João Pessoa 28/05/2018 05:11Hs

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Suspeito de homicídio no metrô tem diversas passagens pela polícia

Apontado com responsável pela morte de Alexandre de Oliveira, Edvardo Camelo Costa, de 47 anos, deixou a prisão em Bangu há quatro meses

matador do metrôRio – Apontado pela Polícia Civil como o responsável pela morte do auxiliar de serviços gerais, Alexandre de Oliveira, Edvardo Camelo Costa, de 47 anos, é um velho conhecido da Justiça. O acusado tem nove passagens pela polícia, sendo oito por roubo e uma por estelionato, e deixou o Instituto Penal Vicente Piragibe, no Complexo de Gericinó, há exatos quatro meses, após cumprir pena de dois anos. Ele, que estava cumprindo pena em regime aberto numa prisão albergue domiciliar, também tem duas condenações, cuja pena somada foi fixada em 8 anos e 2 meses.

O Disque-Denúncia lançou um cartaz nesta segunda-feira oferecendo R$ 1 mil de recompensa pela informação sobre o paradeiro de Edvardo.

Alexandre de Oliveira, de 46 anos, foi morto no início da tarde da última sexta-feira, na estação do Metrô da Uruguaiana, quando foi abordado na fila da bilheteria por três criminosos armados. O auxiliar de serviços gerais foi seguido desde a entrada da estação. Um deles, que seria Edvardo Camelo, atirou e pegou a bolsa que a vítima levava. Os criminosos fugiram em seguida.

Na manhã desta segunda-feira, o Tribunal de Justiça decretou nesta segunda-feira a prisão temporária de Edvardo Camelo. De acordo com o TJ, o irmão do acusado esteve na delegacia que investiga o caso e o reconheceu nas imagens captadas pelas câmeras do sistema interno do metrô.

“É mais uma eloquente demonstração da desavergonhada criminalidade urbana que vem assolando, assustadoramente, esta cidade. A cada nova ocorrência similar vê-se que não se intimidam os delinquentes em agir em locais públicos, providos de câmeras e de vigilantes, muito movimento, à luz do dia. Covardemente audaciosos e vorazes, buscam o ganho fácil, mesmo que a vítima seja pessoa humilde e de parcos recursos. O finado Alexandre de Oliveira era um simples office-boy que trabalhava fazendo depósitos e saques bancários”, ressalta a juíza Maria Isabel Pena Pieranti em sua decisão.

O Dia