João Pessoa 18/08/2018 02:50Hs

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Por 10 votos a 7, denúncia contra Berg Lima é arquivada, mas prefeito interino permanece no cargo

Por maioria, os vereadores de Bayeux-PB, decidiram nesta sexta-feira (29) pela improcedência da denúncia contra o prefeito afastado do cargo Berg Lima que foi preso em flagrante em áudio e vídeo por extorsão ao empresário do ramo que fornecia alimentos para a prefeitura por suposta pratica de inflação político-administrativa, e que a palavra final de quem permanecerá no cargo de prefeito até o término do mandato será do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Em sessão extraordinária bastante agitada e tumultuada, que se estendeu madrugada adentro, o presidente Noquinha coordenou os trabalhos que iniciou atendendo um pedido dos vereadores da casa de Severaque Dionísio para que todo o conteúdo do processo do prefeito afastado fosse lido em plenário e visto em áudio e vídeo antes de sua apreciação, e que durante toda a sua demonstração trouxe novidades mais nada mudou na votação que julgou improcedente a denúncia contra o prefeito afastado, que na tarde desta sexta-feira foi anunciado o resultado anterior da votação que seria por 10 votos a 7 como previu o vereador Adriano Martins.

Vereadores cansados do prolongamento da sessão que culminou com ataques pessoais no debate entre vereadores de oposição e situação e a ambos prefeitos que estão denunciados  com formação de mais comissões processantes, o discurso de oposição ficou marcado pelo não a corrupção que gerou muita polêmica do relatório da comissão que antes foi anunciado pelo arquivamento da denúncia em para apreciação e votação do processo pelos parlamentares a maioria concordou com o relator presidente da comissão Jeferson Kita de que nada mudou durante a votação pelo qual o processo foi arquivado pelos vereadores da Câmara Municipal de Bayeux.

No segundo ano na administração pública de Bayeux, os gestores Berg Lima e seu vice acumulam processos de inflação político-administrativo que voltará a ser palco de debate e que será decidido pelos vereadores e o TJ-PB, que tramitará até 2018, podendo assim, até por quem vai assumir a cadeira de refeito por definitivo ou uma nova eleição no município, até selar a paz com a população e a cidade retornar a volta do crescimento e do desenvolvimento que se criou-se uma instabilidade política.

Lamartine do Vale, do Paraíba Urgente