João Pessoa 21/06/2018 10:00Hs

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‘Império’ termina nesta sexta com mistério sobre ressurreição do Comendador

Novela das 21h terá cena da 'família real' reunida novamente, Aguinaldo Silva diz que a trama teve formato de 'saga medieval'

Ze alfredo resuscitaRIO – Morre ou não morre não é mais a pergunta a ser feita sobre o destino de José Alfredo (Alexandre Nero) no último capítulo de “Império”, nesta sexta-feira. A questão agora é se o protagonista da história vai reviver ou não. Na quinta-feira, o blog de Ancelmo Gois adiantou que o Comendador ressuscitaria pela segunda vez (na trama, o personagem fingiu sua morte em outra ocasião). Mas o autor da história, Aguinaldo Silva, faz mistério sobre como isso aconteceria desta vez.

Sabe-se já, no entanto, que um momento que marcará o capítulo derradeiro é a foto da “família imperial” reunida, como em uma sequência que marcou a passagem da primeira para a segunda fase da trama. Na época, José Alfredo ainda era Chay Suede e Maria Marta, Adriana Birolli. O casal estava com os três filhos.

Agora, no capítulo final, o patriarca da família é João Lucas (Daniel Rocha), o ex-caçula rebelde. Na cadeira da “imperatriz” está a mulher dele, Du (Josie Pessoa, sem a ousada cabeleira vermelha), e os dois filhos do casal. Completam o quadro Maria Marta (Lilia Cabral), Cristina (Leandra Leal) com o marido, Vicente (Rafael Cardoso), e os dois filhos. Amanda (Adriana Birolli), com o filho de José Pedro (Caio Blat), o filho assassino do Comendador. Também estão na foto Maria Clara (Andreia Horta) e Isis (Marina Ruy Barbosa).

Aguinaldo explica a importância da família na trama:

– “Império” tinha o formato de uma saga medieval. Havia o castelo onde se isolava a família real, a corte que vivia em torno do castelo e a plebe, confinada a sobreviver fora das muralhas. A trama central era inteiramente ocupada por eles.

Já sobre José Alfredo, personagem que encantou o público desde o início da trama ainda na pele de Chay, Aguinaldo acredita que o sucesso vem da veracidade dele.

– José Alfredo fez sucesso porque era de carne e osso. Estava mais vivo que muito walking dead que anda por aí. Ele era arrogante, egocêntrico, ambicioso, capaz de fazer qualquer coisa por dinheiro… Mas também era romântico, amoroso, pai amantíssimo, capaz de grandes gestos dos quais, ao mesmo tempo, se envergonhava. Na vida real ninguém é perfeito, menos ainda é normal quando visto de perto. E é com pessoas assim, parecidas com eles, que os telespectadores querem se identificar nas novelas – finaliza.

O Globo