João Pessoa 24/06/2018 07:11Hs

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Agricultor assassinado em Lagoa Seca operava como agiota e havia sofrido outro atentado

A manhã deste domingo foi marcada pela violência para os moradores da comunidade Lagoa do Gravatá, na zona rural do município de Lagoa Seca, Agreste do estado.

Era por volta das 10h da manhã, quando o agricultor Josenildo Moreira do Nascimento (foto), de 30 anos, chegava na comunidade e acabou sendo surpreendido por bandidos armados que o assassinaram com vários disparos de arma de fogo.

De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar, o rapaz era natural da comunidade onde foi morto, no entanto, atualmente estava residindo em Campina Grande, justamente por conta das ameaças de morte que já vinha sofrendo.

No ano passado, Josenildo havia sofrido um outro atentado. Na ocasião, além de ferido por tiros, os criminosos ainda atearam fogo na casa onde ele morava. O motivo de tanto ódio seria o serviço de agiotagem que ele praticava, inclusive, ainda segundo a PM, a vítima era conhecido pelas transações financeiras irregulares, como por exemplo, a compra e venda de motos com documentação atrasada para pessoas que moram nas comunidades mais distantes da zona urbana.

Na manhã deste domingo (22), Josenildo teria ido até a comunidade justamente cobrar uma dívida e acabou sendo recebido à bala. Pelo menos 5 disparos de arma de fogo atingiram a vítima que morreu na hora, antes de receber qualquer socorro médico.

Josenildo também trabalhou um período como mototaxista clandestino.

O caso agora será investigado pelas autoridades policiais que tentam identificar os autores do delito.

A manhã deste domingo foi marcada pela violência para os moradores da comunidade Lagoa do Gravatá, na zona rural do município de Lagoa Seca, Agreste do estado.

Era por volta das 10h da manhã, quando o agricultor Josenildo Moreira do Nascimento (foto), de 30 anos, chegava na comunidade e acabou sendo surpreendido por bandidos armados que o assassinaram com vários disparos de arma de fogo.

De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar, o rapaz era natural da comunidade onde foi morto, no entanto, atualmente estava residindo em Campina Grande, justamente por conta das ameaças de morte que já vinha sofrendo.

No ano passado, Josenildo havia sofrido um outro atentado. Na ocasião, além de ferido por tiros, os criminosos ainda atearam fogo na casa onde ele morava. O motivo de tanto ódio seria o serviço de agiotagem que ele praticava, inclusive, ainda segundo a PM, a vítima era conhecido pelas transações financeiras irregulares, como por exemplo, a compra e venda de motos com documentação atrasada para pessoas que moram nas comunidades mais distantes da zona urbana.

Na manhã deste domingo (22), Josenildo teria ido até a comunidade justamente cobrar uma dívida e acabou sendo recebido à bala. Pelo menos 5 disparos de arma de fogo atingiram a vítima que morreu na hora, antes de receber qualquer socorro médico.

Josenildo também trabalhou um período como mototaxista clandestino.

O caso agora será investigado pelas autoridades policiais que tentam identificar os autores do delito.

Márcio Rangel