João Pessoa 27/05/2018 19:50Hs

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Cássio afirma que o governo federal quer que a população pague a conta

cassio-310x245O senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, reagiu assim as declarações da presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira (2): “Eu sou daqueles que acredita que o governo existe para servir à sociedade, e não dela se servir, como vem acontecendo hoje. Fiquei preocupado ao ver a presidente da República vir ao Congresso Nacional para, em outras palavras, dizer que precisamos fazer uma reforma fiscal porque o país está quebrado…”.

“… Ora, quem quebrou o Brasil? Foi o povo brasileiro? Foram os trabalhadores, os empresários, os profissionais liberais? Não, claro que não! Quem quebrou o Brasil foi a presidente Dilma e seu partido, o PT, que comandam o nosso país há mais de 13 anos. Tudo o que a presidente Dilma afirmou é que vai propor aumento de impostos”.

Foram essas as palavras do líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), ao criticar discurso feito pela presidente Dilma Rousseff, nesta terça-feira (02), na sessão de abertura do ano legislativo.

Para Cássio, se depender da presidente Dilma e do PT, o povo brasileiro vai trabalhar cinco, seis meses no ano só para pagar impostos a “um governo perdulário, incompetente, corrupto e que não presta serviços mínimos à sociedade brasileira”.

Desespero do PT 

“Quando Dilma fala em ajuste fiscal, fala em ajuste aos desmandos que ela própria praticou com o seu governo e empurra a conta para o povo brasileiro. Não traz uma só medida de contenção de gastos, de diminuição do tamanho do governo ou do número de ministérios…”.

“… Nem mesmo aquelas medidas que foram anunciadas, com pompa e circunstância, de redução de ministérios, de redução do próprio salário presidencial, foram colocadas em prática. Tudo retórica, nada mais do que retórica. Palavras soltas ao vento, proferidas por um governo atolado em corrupção…”.

“… Daí  o desespero dos petistas, que se enfileiraram hoje nesta tribuna para fazer de conta que o que está sendo analisado, investigado, não é fruto de uma república, de um país, que amadurece em suas instituições, onde a lei tem de ser para todos”, concluiu.

Assessoria