João Pessoa 14/08/2018 15:36Hs

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Dilma deve ir a sete países em 2013; agenda internacional começa em janeiro

2575ede6-be1c-4a9a-8308-dbca6375ab81_media_.jpgA presidente Dilma Rousseff retoma sua agenda internacional no fim de janeiro de 2013, quando irá participar da Celac (Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e União Europeia, em Santiago, capital chilena. Até setembro, Dilma deve ir a pelo menos seis países: Chile, Guiné Equatorial, África do Sul, Índia, Rússia e Estados Unidos.

A presidente passará o Natal e o Ano-Novo no Brasil. Ela pretende ficar em Brasília no Natal e ir para a Base Naval de Aratu, na Bahia.

No Chile, durante a Cúpula Celac-União Europeia, o tema que deve prevalecer nas discussões é a questão econômica e comercial. Alguns países sul-americanos reclamam das barreiras econômicas impostas pelos europeus aos seus produtos. Porém, outros, como a Bolívia, mantêm acordos de livre comércio com a União Europeia (que reúne 27 países).

Nos dias 22 e 23 de fevereiro, a presidente deve participar da Cúpula América do Sul-África, na cidade de Malabo, capital da Guiné Equatorial. A cúpula foi adiada algumas vezes em decorrência da instabilidade interna em alguns países da região, como o Egito, a Guiné-Bissau, Tunísia, Madagascar, o Níger e Mali.

No fim de março, Dilma deve participar da Cúpula do Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul), em Durban, na África do Sul. Em junho, será a vez de ela participar da Cúpula Ibas (Índia, Brasil e África do Sul), em Nova Déli, na Índia.

Em setembro, a presidente tem programadas duas viagens internacionais. Nos dias 5 e 6, deve ir a São Petersburgo, na Rússia, para a Cúpula do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) e no fim do mês, participa da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos. Tradicionalmente, ela é a primeira a discursar.

A agenda internacional de Dilma costuma ser alterada com frequência, pois há convites que surgem de última hora e fatores internos que acabam interferindo, como questões que ela quer acompanhar de perto.

Fonte: PolíticaPB