João Pessoa 17/11/2017 17:29Hs

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“Foi um dos melhores movimentos que participei com os servidores”, avalia sindicalista em protesto por salários atrasados e reajuste em Santa Rita.

O presidente do sindicato dos servidores públicos municipal de Santa Rita-PB,SINFESA,  José Farias avaliou como bastante positivo o primeiro protesto contra gestão do prefeito Panta realizado nesta quinta-feira (18), em que o servidor compareceu em massa para reivindicar salários atrasados, reajustes e terço de férias de todas as categorias que a mobilização teve como objetivo de reivindicar direitos, salários atrasados e protestar contra a redução de salários concedidos em Lei e a perseguição contra o servidor.

“Os servidores estão a cada dia sintonizados em favor de seus direitos e o movimento que terminou na Praça João Pessoa em frente à Câmara de Santa Rita teve objetivo de abrir espaço para o trabalhador e sensibilizar os parlamentares com as matérias do executivo nas votações antes de ir a plenário a mesa diretora da casa comunicar ao sindicato para discutir com antecedência com os servidores, que a nova gestão só estuda  em retirar direitos adquiridos dos servidores como é o caso da Lei 1.492 que concede direitos ao trabalhador de seis horas corridos das 40 horas trabalhadas e o prefeito Panta vem determinando nas secretarias aos subalternos a obrigar os servidores a trabalhar dois turnos que a Lei não permite e sem assinar nenhum documento ou que o prefeito tenha anunciado um decreto em diário oficial, não vamos aceitar de forma alguma essa postura do prefeito”, declarou o Sindicalista.

O presidente do Sindicato José Farias ressaltou ainda que o servidor está a quatro meses de salários atrasados e o prefeito Panta enviou um projeto de Lei que foi da gestão passada requentou o mesmo pelos quais foi apreciado no plenário da Câmara de Santa Rita, aonde naquela oportunidade foi criada uma comissão de servidores emendou ao projeto que destinava 60% ao professor P1-B, dos recursos do FUNDEB e o gestor publicou no Diário Oficial do Município, sem as emendas usando desfazendo todo compromisso com  os servidores que foi construído no parlamento que a nota precatório é pertencente ao professor como retrata o MEC,  desde a origem da ação processual, lembrou.

Por fim, o presidente do sindicato disse que o servidor deve está atento tanto na prestação de serviço como tanto na parte de seus direito que o servidor não foi culpado pela caos administrativo e financeiro da cidade que a nova gestão retirando dos direitos adquiridos dos servidores de quem não tem culpa e que leva o crescimento da cidade, desabafou.

Lamartine do Vale