João Pessoa 20/05/2018 19:39Hs

Início » Destaque » João Azevedo critica mobilidade urbana na gestão de Cartaxo e prefere não avaliar pesquisa de aprovação

João Azevedo critica mobilidade urbana na gestão de Cartaxo e prefere não avaliar pesquisa de aprovação

O secretário criticou a ações na mobilidade urbana e cobrou as promessas feitas pelo prefeito Luciano Cartaxo. “Eu acho que tem pontos negativos como o DRT”

joão azevedo 1Cotado para encabeçar chapa do PSB na disputa pela prefeitura de João Pessoa, o secretário de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia do Governo da Paraíba, João Azevedo, negou que esteja em campanha, mas criticou a gestão de Luciano Cartaxo durante entrevista, na tarde de hoje, e disse que não acompanhou pesquisa que avalia como positiva a gestão do PT na capital.

Para Azevedo, quem deve fazer a avaliação da gestão é a população. “Eu não conheço a pesquisa. Nos últimos quinze dias eu estava fora e não faria nenhum comentário a respeito de um assunto que não tenho conhecimento. No momento certo, as coisas vão ser colocadas e quem vai avaliar é a população. A população é sabia e no momento certo vão fazer essa avaliação”, disse.

O secretário criticou a ações na mobilidade urbana e cobrou as promessas feitas pelo prefeito Luciano Cartaxo. “Eu acho que tem pontos negativos como o DRT, mobilidade urbana, os corredores do BRT Cruz das Armas, Epitácio e Bancários foram anunciados como grandes obras e nesse aspecto ele está devendo”, lembrou.

O programa de creches da prefeitura recebeu elogios, enquanto que as obras da Lagoa, na visão de Azevedo, ainda deixam dúvidas. “O programa de Creches é bom. No projeto da Lagoa eu não conheço e tenho cuidado para não ser leviano. Mas espero que resolva o problema de escoamento”, ponderou.

Por fim, o secretário não confirmou a manutenção de aliança com o PT e frisou que as decisões nacionais irão interferir na situação estadual. “O governador já disse hoje que não tem motivos para brigar com a Prefeitura. As negociações sobre aliança são outras, a própria reforma está sendo votada no Congresso e as decisões a nível nacional implicaram nas decisões estaduais”, concluiu.