João Pessoa 23/10/2017 00:42Hs

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SINFESA realiza assembleia itinerante em Várzea Nova, ato público, carreata e Pit Stop contra gestão Panta

A receptividade e a revolta do povo contra a gestão Panta é tão grande que o ato público se tornou carreata, panfletagem com Pit Stop com o apoio do da população e o sorriso estampado no rosto.

Servidores da educação de Santa Rita-PB, realizaram durante toda a manhã desta quarta-feira (11) uma assembleia itinerante com concentração enfrente a escola Carlos Arnóbio que o ato público ganhou força, apoio da população e repercussão do bairro de Várzea Nova contra a gestão do prefeito tucano Panta (PSDB), que não gosta de cumprir os referidos reajustes de magistério e piso salarial federal, terço de férias, e salários atrasados que perduram até hoje aos servidores de Santa Rita, além do estado abandono da comunidade aonde o próprio prefeito reside e que foi a única forma reivindicar levando a verdade de tudo que acontece a população que acreditou e que a gestão não possui compromisso e despareceu da cidade e o prefeito não esclarece ao povo o que prometeu em período eleitoral.

“Vamos percorrer por todos os bairros levando a verdadeira situação caos da gestão Panta da perseguição aos servidores, redução de salários de aposentados, além do decreto que congela todos os benefícios dos servidores que a receptividade da população em apoio aos servidores foi tão grande que ganhamos mas um aliado, o povo, que colocou o prefeito Panta, e em poucos meses a revolta é muito grande com o gestor que ao completar quase uma ano de gestão e não fez nada, e o que nos chamou a atenção foi o calor humano da comunidade revoltada com buraqueira e a falta de benefícios que os recursos são repassados ao município, e ninguém sabe para onde vai, que não tem medicamentos, médicos, sem reformas nas escolas e creches sem nenhum reajustes aos servidores, e que o povo já entendeu a gestão Panta na cidade, que 96% da gestão não tem investimentos a não ser com a folha de pagamento de contratados e comissionados que a folha chega ao 11,5 milhões segundo o TCE-PB”, desabafou a sindicalista Lêda.

O ato público iniciou-se enfrente a escola Carlos Arnóbio com falações aos servidores daquela escola e que o público quando escutou nossas reivindicações se uniram e nos apoiaram, é tanto que, o ato público se tornou em carreta no bairro, realizando panfletagem nos veículos que passavam e ônibus, afora os acenos da população que se mostrou-se revoltada por ter votado na gestão Panta e até agora não fez nada pela cidade e nem pelo povo, e que pior ainda são com ele o prefeito, comete com os servidores que não concedeu reajuste, congelou os benefícios, quer reduzir salários de quem pretende se aposentar e que feriu todos os PCCRs e Leis, inclusive a constituição que a cidade se encontra as traças, e que ninguém tem a recorrer a não ser a justiça e revindicar pelas ruas da cidade que o prefeito Panta sumiu e que o povo estar cobrando uma explicação, cobraram.

Pior ainda, estar por vi, é que o prefeito Panta encaminhou a Câmara de Santa Rita um Projeto de Lei 064/2017 que vai criar todo tipo de cobrança de imposto para toda a população pagar, inclusive pobre, desempregado e que 85% da população do município é carente e passa necessidade, que esse é o único ato do prefeito Panta de quem é um péssimo gestor como boa parte já previa que a pior experiência administrativa da cidade foi médica e continua a mesma desgraceira que vai querer cobrar impostos sem benefício que o povo já pago através de seus impostos para obter retorno e agora pagar duas veses, alertou a população a professora Lêda.

Contudo, as mobilizações irão continuar na próxima quarta-feira (18), haverá o segundo ato público no Alto da Popular com início enfrente á escola índio Piragibe com passeata, panfletagem, e paralisações de falações no percurso no trajeto pelas ruas do bairro finalizando com Pit Stop na escola Padre João Felix no bairro do açude cobrando as melhorias no nos PSFs nas escolas e na infraestrutura da cidade que não tem nada e ninguém sabe pra onde foi o dinheiro, finalizou Lêda Santos.

Lamartine do Vale