João Pessoa 18/06/2018 15:26Hs

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Expansão de ‘Destiny’ tem missões intensas e ‘rifle da 2ª Guerra’

Assalto 'The Undying Mind', exclusivo do PS4, é um dos melhores do game. 'A escuridão subterrânea' traz também novas armas e acessórios exóticos.

DESTYNI‘A Escuridão Subterrânea’, primeira expansão de ‘Destiny’, traz novos mapas, armas e equipamentos

Na terça-feira (9), “Destiny” ganhou sua primeira expansão, chamada “A escuridão subterrânea”. E apesar de não resolver o dilema do game de tiro online, um dos jogos mais “ame ou odeie” dos últimos anos, ela indica que a Bungie ouviu seus jogadores. No pacote de conteúdo extra, “Destiny” tem uma das missões mais intensas de todo o game, armas e equipamentos bem extravagantes e novos elementos que aproximam ainda mais o jogo de situações vistas nos RPGs.

O G1 jogou um dos dois novos mapas de assalto da expansão – “The Undying Mind”, exclusivo das plataformas PlayStation até o início de 2015 – durante a feira PlayStation Experience, em Las Vegas (EUA). E as mudanças de filosofia são nítidas de cara.

Do começo ao fim, “Undying” ostenta tiroteios violentos e incansáveis hordas de inimigos. Ao contrário dos assaltos originais, criticados por fazerem os jogadores andarem longas distâncias até encontrar os objetivos, aqui você cai diretamente na ação. Os cenários são menores e mais verticais, e em muitas vezes o jogador começa na parte de baixo, em desvantagem. É preciso praticamente invadir a praia da Normandia em algumas salas para conseguir avançar, e isso gera uma tensão mais natural nas partidas.

Chefe do mapa de assalto 'The Undying Mind', da expansão de 'Destiny', exige estratégia apurada para ser derrotado (Foto: Reprodução/G1)
Chefe do mapa de assalto ‘The Undying Mind’, da expansão de ‘Destiny’, exige estratégia apurada para ser derrotado (Foto: Reprodução/G1)

O combate com o chefe, por exemplo, rola em uma arena em que ondas de robôs Vex surgem de todos os cantos – e a todo tempo. Como o inimigo usa três escudos giratórios para se proteger, os guardiões não podem ficar parados. Uma estratégia bem apurada é exigida para achar uma brecha na defesa do chefão e lidar com adversários vindos de todas as direções. É bastante intenso e divertido.

Rifle 'No man's landing', da expansão de 'Destiny', lembra uma arma da 2ª Guerra Mundial (Foto: Reprodução/G1)
Arma da expansão de ‘Destiny’ lembra rifle da
2ª Guerra Mundial (Foto: Reprodução/G1)
'A dragon's breath', uma das novas armas exóticas da expansão de 'Destiny' (Foto: Divulgação/Bungie)
‘A dragon’s breath’, uma das novas armas exóticas
da expansão de ‘Destiny’ (Foto: Divulgação/Bungie)

O novo arsenal de equipamentos exóticos completa a ação e traz algumas das armas mais diferentes e poderosas de “Destiny”. Durante a partida, foi possível testar o lança-foguetes “A dragon’s breath”, que tem o rosto de um dragão desenhado e atira com bastante estabilidade; e o rifle de precisão “No land beyond”, que, apesar da classe, pode ser equipado como arma primária, e não secundária. Ele lembra um rifle da Segunda Guerra Mundial, daqueles vistos nos primeiros “Call of Duty”. E apesar de disparar lentamente e sem uma mira longa, a arma causa muito dano. O PS3 e o PS4 também saem na frente no quesito poder de fogo e contam com uma espingarda exótica exclusiva, a “The 4th horseman”.

Jogando rapidamente algumas missões novas, também foi fácil ver que os inimigos ganharam mais habilidades. Ao encarar um discipulo de Crota, um dos vilões do game, o guardião foi impedido de dar pulos duplos ou usar suas habilidades de classe. Algo como um “debuff”, na linguagem dos RPGs, que até então só aparecia no jogo nos formatos de envenenamento ou queimadura. Em outra fase, as bruxas de “Destiny” plantavam armadilhas capazes de causar dano à equipe.

É claro que o conteúdo de “A escuridão subterrânea” engloba muito mais coisas. Existe ainda um novo mapa de incursão, que são missões difíceis feitas para os jogadores mais fortes, a elevação do nível máximo de luz para 32, novas naves para comprar e uma personagem inédita que oferece mais aventuras e contratos. E apesar de a primeira expansão certamente não mudar o rumo de “Destiny”, mesmo porque seu conteúdo é focado nos guardiões que já passaram do nível 20, ela traz ao game bons momentos. Obrigatório para os veteranos que querem se destacar dos demais no visual e no armamento e (ainda) tem tempo para gastar mais algumas dezenas de horas em órbita.

'Destiny' ganhou novas naves na expansão 'A escuridão subterrânea' (Foto: Reprodução/G1)
Destiny’ ganhou novas naves na expansão ‘A escuridão subterrânea’ (Foto: Reprodução/G1)
G1