João Pessoa 22/05/2018 06:00Hs

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Zé Alfredo entra para a lista de’ ‘fantasmas-gatos’ da ficção

Comendador escolhe look branco para celebrar a chegada de 2015 na praia de Copacabana, mas é flagrado por Cora

Ze alfredo fantasmaDepois de tanto sofrer pela perda de seu amado, o que rendeu até uma noite passada no cemitério, Cora (Marjorie Estiano) finalmente vai ter, digamos, uma visão “de outro mundo”. Nos próximos capítulos de Império, José Alfredo (Alexandre Nero) deixa de lado pela primeira vez o figurino preto, adotado em sua juventude, para comemorar a chegada do Ano Novo na praia de Copacabana ao lado de sua “suíti-chai” Maria Isis (Marina Ruy Barbosa). Mas, de volta a Santa Teresa, encontra Cora no meio da rua, um tanto bêbada após entornar algumas taças de champanhe.

Ela o recebe com um grito e Zé Alfredo não vê outra saída senão conversar com a vilã e tentar convencê-la de que ele não passa de um espírito. O autor da trama, Aguinaldo Silva, publicou em seu site um trecho do diálogo travado entre os personagens. Confira:

José Alfredo — Valendo um milhão de reais… responda rápido: você está me vendo? Sim ou não?

Cora — Sim! Sim! Sim, mil vezes sim! Claro que estou te vendo, você está aí, bem na minha frente! Eu vejo, ó Senhor, eu juro que vejo! E agora? Acertei a resposta? Ganhei o prêmio? Um milhão de reais? Ou, o que é melhor… uma noite de amor?

José Alfredo — Não acertou nem ganhou nada. Porque eu não existo. Não estou aqui, não passo de uma sombra, uma nuvenzinha de fumaça… Um espectro!

Cora — Você tá querendo dizer que… eu vejo gente morta?

José Alfredo — Isso. Um morto que só voltou pra buscar o que é dele. O anel! Você conhece ele. Agora é meu de novo.

Na última semana, Cora desconfia que o Comendador forjou a própria morte para fugir dos problemas de sua empresa e estava determinada a encontrá-lo. No cemitério, ela encontrou o anel que Zé Alfredo costumava usar e o pegou para si.

A virginal Cora não é a primeira personagem a se desesperar para encontrar seu amado-defunto. Além do Comendador-galã, a ficção é repleta de personagens bonitões que se fazem de morto, ou realmente morrem, e voltam para assombrar suas mulheres. Confira outros exemplares do além-mundo que fizeram falta na vida terrestre.

Entre mortos e fingidos, os ‘fantasmas-gatos’ da ficção

José Alfredo, de ‘Império’

Para escapar da crise instaurada em sua rede de joalherias, o Comendador (Alexandre Nero) de Império empregou um velho truque da dramaturgia: forjar a própria morte. Depois de ser resgatado do caixão pelo fiel escudeiro Josué (Roberto Birindelli), José Alfredo passou seis meses em um garimpo na tentativa de reencontrar sua sorte, perdida quando seu amuleto, o diamante cor-de-rosa, se despedaçou e perdeu o brilho. Ao voltar para o Rio de Janeiro, Zé ficou escondido em Santa Teresa e, na noite de Ano Novo, decidiu abandonar o habitual traje preto para ver a queima de fogos em Copacabana com um terno branco. Na volta, dá de cara com a megera Cora (Marjorie Estiano) e tenta convencê-la de que ele é um fantasma.

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