João Pessoa 23/06/2018 11:52Hs

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Ataques no Sinai deixaram 17 militares mortos

Além disso, segundo balanço, ao menos 100 terroristas morreram

epa04701850 Egyptians gather at the site of a massive bomb attack on one of the main police stations in al-Arish, Sinai, Egypt, 12 April 2015. According to local reports at least six people were killed and as many as 40 others wounded in a massive explosion targeting the station, coming the same day as six soldiers were also killed in an attack south of al-Arish, the latest in a series of attacks on the Egyptian military, which has been accused by some of killing 12 civilians in a recent incident.  EPA/STR

epa04701850 Egyptians gather at the site of a massive bomb attack on one of the main police stations in al-Arish, Sinai, Egypt, 12 April 2015. According to local reports at least six people were killed and as many as 40 others wounded in a massive explosion targeting the station, coming the same day as six soldiers were also killed in an attack south of al-Arish, the latest in a series of attacks on the Egyptian military, which has been accused by some of killing 12 civilians in a recent incident. EPA/STR

Pelo menos 100 terroristas e 17 militares morreram durante os confrontos desta quarta-feira (1º) entre jihadistas ligados ao Estado Islâmico (EI) e militares egípcios na Península do Sinai, segundo o último balanço oficial divulgado pelo governo.
Os conflitos começaram quando cinco bases das Forças Armadas do país africano foram atacadas pela organização Wilayat Sinai, que já assumiu a autoria da ação. A milícia se chamava Ansar Beit al Maqdis (Apoiadores da Casa Sagrada), mas mudou de nome após aderir oficialmente ao EI.
“Não vamos parar até termos purificado o Sinai dos terroristas”, diz um comunicado do Exército do Egito, país que recebeu o apoio de diversos líderes ocidentais, como o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi. “Mando um abraço de solidariedade ao presidente egípcio, [Abdel Fatah] al Sisi, pelo ocorrido no Sinai”, declarou o premier, após uma reunião em Berlim com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel.

(ANSA)