João Pessoa 27/05/2018 21:30Hs

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America do Norte e Central criam acordo para refugiados

refugiados acordoOs países das Américas do Norte e Central firmaram um compromisso na semana passada para proteger os requerentes de asilo, refugiados e pessoas deslocadas internamente que fogem da América Central.

Segundo a Agência da ONU para Refugiados, os países envolvidos – Belize, Canadá, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá e Estados Unidos – disseram que estão enfrentando um número crescente de requerentes de abrigo e refugiados, e reconhecem a necessidade de um sistema de asilo para identificar e responder às pessoas que precisam de proteção internacional.

Os países das Américas do Norte e Central firmaram um compromisso na semana passada para proteger os requerentes de asilo, refugiados e pessoas deslocadas internamente que fogem da América Central.

Segundo a Agência da ONU para Refugiados, os países envolvidos – Belize, Canadá, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá e Estados Unidos – disseram que estão enfrentando um número crescente de requerentes de abrigo e refugiados, e reconhecem a necessidade de um sistema de asilo para identificar e responder às pessoas que precisam de proteção internacional.

“É vital e imensamente gratificante ver esses países se reunirem em uma abordagem regional para encontrar soluções humanas para as pessoas em necessidade desesperada de ajuda”, disse alto-comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, em um comunicado à imprensa.

A maioria dos pedidos de asilo é de pessoas que fugiram da violência generalizada de gangues transnacionais fortemente armadas em El Salvador, Honduras e Guatemala. De acordo com o Agência da ONU, esses países – conhecidos coletivamente como o Triângulo Norte da América Central – são alguns dos lugares mais perigosos do mundo.

A agência de refugiados acrescentou que a Declaração de Ação de São José, como foi batizado o acordo, também sublinhou a importância de “identificação e documentação” de pessoas que necessitam de proteção, do “livre acesso a procedimentos justos e eficientes de proteção”, bem como de se encontrar alternativas à detenção de solicitantes de refúgio, assegurando o acesso ao apoio judiciário.

Ig