João Pessoa 27/04/2018 04:46Hs

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Grupo Estado Islâmico reivindica atentado contra guarda na Tunísia

13 pessoas morreram em ataque contra guarda presidencial em Túnis. Homem explodiu cinturão de explosivos dentro de ônibus.

tunisia-security_zoubeir_souissi_reutersAmbulâncias são vistas após ataque em um ônibus militar em Tunis, na Tunísia. Pelo menos 11 pessoas morreram depois de uma explosão no ônibus que transportava guardas presidenciais em uma rua no centro da cidade (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters)

O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou em um comunicado o atentado contra o ônibus da guarda presidencial em pleno coração de Túnis, quando morreram 13 pessoas.

O autor doa ataque é um tunisiano identificado como Abu Abdullah al-Tunissi”, que, munido de um cinturão de explosivos, entrou no ônibus e se detonou, segundo o texto.

O governo do presidente Beji Caïd Essebsi restabeleceu o estado de emergência em todo o país.

Desde a revolução de janeiro de 2011, a Tunísia enfrenta uma movimento jihadista armado que matou dezenas de policiais e militares.

O país foi alvo de vários ataques ao longo deste ano, entre eles dois sangrentos atentados contra o Museu do Bardo, em Túnis, em março passado, e contra um hotel perto de Sousse, no final de junho. Neste último, morreram pelo menos 60 pessoas.

G1.Com