João Pessoa 17/08/2018 11:03Hs

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Mercado tem 26,8 milhões de trabalhadores subutilizados no 3º trimestre

Essa quantidade de trabalhadores cresceu tanto em relação ao trimestre anterior (26,3 milhões) como frente ao terceiro trimestre de 2016 (22,9 milhões).

Fila de profissionais em busca de emprego superlota CPAT, em Campinas (Foto: André Natale / EPTV)

No terceiro trimestre deste ano, 26,8 milhões de trabalhadores não tinham emprego ou trabalhavam menos horas do que poderiam. Esse número indica que, de julho a setembro, a taxa de subutilização da força de trabalho do país – que inclui os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial – ficou em 23,9%.

Essa quantidade de trabalhadores cresceu tanto em relação ao trimestre anterior (26,3 milhões) como frente ao terceiro trimestre de 2016 (22,9 milhões). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE).

De julho a setembro deste ano, as maiores taxas de subutilização de trabalhadores partiram da Bahia (40,1%), do Piauí (38,5%), e do Maranhão (37%) e as menores, de Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (14,8%) e Rondônia (15,5%).

Segundo o IBGE, na comparação com o segundo trimestre, nenhum estado registrou aumento significativo da taxa de desocupação, enquanto sete tiveram queda relevante – Roraima, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Goiás. Já na comparação anual, somente Goiás, Ceará e Paraíba registraram queda desta taxa.

G1