João Pessoa 19/06/2018 20:27Hs

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Pelo menos três morrem em descarrilamento de trem na Itália

Socorristas trabalham no resgate às vítimas, algumas pessoas ainda continuam bloqueadas dentro dos vagões.REUTERS/Daniele Mascolo

O descarrilamento de um trem regional na periferia de Milão, na manhã desta quinta-feira (25), deixou ao menos três mortos e cem feridos, dos quais 10 estão em estado grave. A agência Reuters fala que cinco pessoas podem ter morrido.

O acidente aconteceu um pouco antes das 7h, no horário local (4h em Brasília). O trem partiu do município de Cremone, no norte da Itália, e estava lotado de passageiros em direção a Milão. O veículo saiu dos trilhos no município de Segrate, na periferia da capital econômica italiana. Ao menos dois vagões centrais descarrilaram – um deles ficou tão danificado que parece dobrado em um ângulo reto.

Um grave acidente ferroviário ocorreu na manhã desta quinta-feira (25) no norte da ItáliaREUTERS/Daniele Mascolo

Vítimas presas dentro dos vagões

O socorro às vítimas durou várias horas. A imprensa italiana evoca cinco ou seis passageiros que permaneciam bloqueados dentro dos vagões, por volta das 11h (8h em Brasília). Testemunhas contam que o trem começou a tremer fortemente, como se passasse por cima de pedras. Em seguida, após uma freada brusca, os vagões descarrilaram.

O trem partiu do município de Cremone, norte da Itália, lotado de passageiros rumo ao trabalho em Milão, e saiu dos trilhos no município de Segrate. Apenas os vagões intermediários descarrilaram.REUTERS/Stringer

As causas do acidente ainda são desconhecidas – o Ministério Público anunciou já ter  começado a investigar o que poderia ter causado o drama. Devido ao acidente, o tráfego entre Milão e a cidade de Brescia, também na região norte do país, foi suspenso nesta manhã.

último acidente ferroviário na Itália foi em julho de 2016, em Puglia, no sul do país. A tragédia deixou 23 mortos.

O descarrilamento aconteceu por volta das 7h (4h, horário de Brasília) nos arredores dessa cidade do norte da ItáliaREUTERS/Daniele Mascolo

Com informações AFP e Reuters