João Pessoa 21/07/2018 09:29Hs

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Gervásio Maia critica uso político sobre fim do racionamento em Campina Grande

O parlamentar disse ainda que a oposição deveria pensar na necessidade dos que mais precisam ao invés de fazer palanque político

De acordo com Gervásio, os que se mostram contrários ao fim do racionamento não sentem na pele a falta de água

O deputado Gervásio Maia (PSB), presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, criticou o uso político que vem sendo dado ao fim do racionamento na região de Campina Grande. De acordo com Gervásio, os que se mostram contrários ao fim do racionamento não sentem na pele a falta de água.

“Não vejo motivo para não ter o fim do racionamento. A água está chegando e não vai parar de chegar. A solução está garantida então porque continuar? Só lamento porque só quem sabe é quem passa. O racionamento um dia vai acabar. Fruto de uma decisão bem pensada de tirar um sonho antigo do papel para se tornar realidade. E aos que estão equivocados, eles vão perceber, logo mais, que o caminho não é esse”, afirmou o presidente da Assembleia.

O parlamentar disse ainda que a oposição deveria pensar na necessidade dos que mais precisam ao invés de fazer palanque político. “Os que criticam o fim do racionamento não sentem na pele a falta de água, apenas usam politicamente. É lamentável que estejam tratando um assunto tão sério dessa forma”, lamentou Gervásio.

A crise no abastecimento de água de Campina Grande e de outras 18 cidades no entorno teve início em 2014, com a redução do volume de água do açude Boqueirão, principal reservatório da região.

Com a conclusão do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco, em março deste ano, as águas começaram a abastecer o reservatório.

Recentemente, o superintendente da Agência Nacional das Águas (ANA) , Rodrigo Flecha, disse em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), que o Governo do Estado da Paraíba está, tecnicamente, 100% correto em suspender o racionamento. “O governo está 100% correto do ponto de vista técnico. Temos todos os dados que indicam com toda segurança que Campina Grande tem condições de operar com 1,3 mil litros por segundo”, afirmou.

Assessoria Gervásio Maia