João Pessoa 19/08/2018 23:08Hs

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Maranhão descarta aliança com PSB

Mesmo com “aproveitamento” de peemedebista no Governo, Maranhão descarta aliança com PSB nas eleições

maranhão olhoMesmo com o aproveitamento do secretário LaPlace Guedes, que pertence a cota de indicações do PMDB, nos quadros do Governo do Estado, o senador José Maranhão (PMDB) descartou o apoio da legenda aos candidatos do governador nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, nas eleições municipais deste ano.

Maranhão disse que o governador já tem conhecimento da posição do PMDB, e não seria uma nomeação ou um cargo, ou até mesmo a falta dele, que iria mudar a postura da legenda.

“O PMDB não é um partido que sirva para submeter-se as decisões do chefe do executivo. Nunca tive nenhum compromisso de apoiar o candidato do governador nem em Campina Grande nem em Joao Pessoa e ponto final. Isso já é um assunto conhecido, não adianta estar nesse patinado, isso é um assunto conhecido, o PMDB não é um partido de segunda linha do Palácio da Redenção. O governador faça o que quiser. Todos os companheiros do PMDB que por ventura estiverem integrando os quadros do Governo da Paraíba já sabem disso”, avisou.

Indagado se estaria orientando os aliados a entregarem os cargos, Maranhão desconversou sorrindo: “Não coloque palavras na minha boca não”. Já sobre a situação da sobrinha, Olenka Maranhão (PMDB), que se mantém na titularidade do mandato na ALPB graças a articulação do governador Ricardo Coutinho (PSB) que mantém o deputado Trócolli Júnior (Pros), que é titular do mandato, no primeiro escalão da administração estadual, Maranhão voltou a dizer que não existe acordo de submissão com o chefe do executivo.

“Eu não fiz nenhum acordo com Ricardo Coutinho de submissão pelo fato de Olenka está na Assembleia”, pontuou.

Sobre o remanejamento de LaPlace Maranhão evitou tratar o caso comopolítico ee disse que não trata a mudança como retaliação. “Eu não quero fazer avaliação, se foi um ato natural, ou uma retaliação. Na minha avaliação ato natural não pode ser, mas eu não tenho nenhuma observação além disso. Eu quero me limitar a essa pergunta. Retaliação por quê? Não entendo”.



Henrique Lima/ Márcia Dias

PB Agora