João Pessoa 19/12/2018

Para muitos, a final da Libertadores ainda é um ponto de interrogação. Apesar de a Conmebol já ter definido que a bola irá rolar no segundo fim de semana de dezembro, Boca e River não têm um local definido para jogar. Nem dia certo. Nem horário. Na Argentina, ainda há dúvida se terá, ou não, jogo. O fato é que o River Plate quer a realização da partida.

Enquanto o Boca ainda espera uma decisão favorável no pedido para ser declarado campeão sem a realização do jogo, pelo apedrejamento do ônibus antes da entrada do Monumental de Nuñez, os Millionarios se preparam para entrar em campo.

O técnico Marcelo Gallardo, que em um primeiro momento se solidarizou com o rival, sendo contra a bola rolar no dia do incidente, dessa vez diminuiu o ataque sofrido pelos xeneizes. Para Gallardo, a violência no futebol já virou rotina, e atos como o de Nuñez são habituais.

“Aconteceram muitas coisas que acontecem habitualmente. Aconteceu uma situação e um contexto muito particular. Nestes jogos, falam por muito tempo, e ficamos no olho do furacão. Em todos os lados, às vezes é difícil de explicar o entorno”, comentou, em coletiva.

Gallardo quer que a bola role, seja onde for. Mais que isso: tem a certeza da realização da partida e garante que seus jogadores estarão prontos para entrar em campo e disputar a final.

“A final vai ser jogada, tenho certeza. A partir de amanhã, começaremos a trabalhar. Quero jogar em qualquer canto”.

O Gol