Benjamin diz que aliança com Cartaxo dependerá de chapa proporcional e confirma apoio a Romero

Benjamin diz que aliança com Cartaxo dependerá de chapa proporcional e confirma apoio a Romero

benjamin maranhão aliançaO deputado federal Benjamin Maranhão (SD) afirmou nesta sexta-feira (22) que a aliança do Solidariedade com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), em João Pessoa, dependerá da formação da chapa proporcional. Ele garantiu o apoio do partido à reeleição de Romero Rodrigues (PSDB), em Campina Grande, e lamentou o comportamento de manifestantes contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

De acordo com o presidente do Solidariedade, a tendência é da legenda apoiar Cartaxo, mas disse que será preciso analisar a composição da chapa proporcional para ‘bater o martelo’ sobre alianças na Capital.

“Temos uma aliança com Cartaxo, mas ainda vamos que resolver a questão da proporcional, temos esse cuidado com os vereadores por uma questão de coerência”, explicou.

Ele também considerou superado o atrito com o senador José Maranhão (PMDB) por conta das eleições de 2014.

“Nós temos uma relação normal, ocorreu um estremecimento não familiar, mas político. Houve uma pacificação, os meus municípios votaram com o senador José Maranhão e tudo está acontecendo na maior normalidade. Eu acho que teve um lado positivo, pois depois de quase 20 anos, eu mostrei que tenho liderança própria e um grupo político que me segue”, declarou.

Benjamin voltou a centrar fogo no governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e contestou o discurso de petistas de que a oposição tenta aplicar um ‘golpe’ com a aprovação do impeachment.

“O discurso do PT é falso, essa ideia de golpe é do marqueteiro João Santana que está na cadeia. O que está acontecendo é a mesma coisa que ocorreu com o presidente Collor. O processo foi balizado pelo STF que cancelou a formação da primeira comissão e decidiu que ela seria composta pela indicação de líderes partidários”, falou.

O coordenador da bancada federal viu com naturalidade as manifestações realizadas hoje, em frente ao prédio onde mora,  por conta de seu voto a favor do impeachment da petista. IMG-20160422-WA0002

“É da democracia, temos que estar prontos para as vaias. Existiam até senhoras que tomaram um susto com a zoada, mas foi uma manifestação minúscula, de pouca representatividade.  O trabalho quem teve foi o pessoal da limpeza que foi lavar a calçada e a rua com a sujeira. Nós recebemos mais solidariedade dos vizinhos que gritaram fora PT, fora Lula”, disse.

Ele ainda alertou para um agravamento dos movimentos contrários ao impeachment.

“Venho percebendo certa intolerância por parte desses movimentos contrários ao impeachment. Temo que isso possa ser revertido em agressões mais sérias. Defendo a democracia, mas defendo a liberdade. Quem pensa diferente precisa ser respeitado e não agredido”, declarou o parlamentar.

 

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