João Pessoa 10/12/2018

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Bolsonaro e Haddad apontam os erros do adversário no último programa

Vídeos de cinco minutos do programa eleitoral gratuito foram veiculados na noite desta sexta-feira (26/10)

Os últimos programas eleitorais de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) foram ao ar na noite desta sexta-feira (26/10) com críticas e ataques mútuos. Nas duas peças veiculadas no horário eleitoral gratuito, tanto o petista quanto o capitão da reserva dedicaram trechos dos vídeos de cinco minutos de duração para apontar erros do adversário.
O primeiro programa a ser veiculado foi o de Bolsonaro, líder das pesquisas de intenção de voto. Logo no início, apresentou trechos de matérias jornalísticas sobre os escândalos de corrupção do PT, como o mensalão e o petrolão. Em seguida, usando um blazer azul, Bolsonaro disse que disse que está pronto para assumir a “missão” de ser presidente, caso seja eleito, e falou em união da população. “Meus amigos, meus amigos, o momento é de união. Se essa for a vontade de Deus, estou pronto para cumprir esta missão”, afirmou. Logo depois, um jingle disse que a Bandeira Nacional com “fé na força do povo jamais será vermelha”. “Fique agora com os últimos cinco minutos de mentiras de Fernando Haddad”, afirmou a apresentadora do programa de Bolsonaro no último vídeo da campanha, antes do horário reservado para o candidato do PT.
Já o programa de Haddad começou com a seguinte mensagem: “Hoje aconteceria o debate final da campanha eleitoral, mas Bolsonaro mais uma vez fugiu. Ele se esconde para não ter que assumir suas ideias doentias e desequilibradas”, em referência ao programa da Rede Globo, que acabou cancelado por causa da ausência do candidato do PSL. O PT também disse que Bolsonaro é representante da velha política, também sendo ligado ao governo Temer. Haddad, que pretendia ser  o líder de uma frente democrática plural e suprapartidária contra Bolsonaro, apareceu sozinho no último vídeo veiculado no horário eleitoral. “O Brasil precisa de um presidente que respeite todas as pessoas, que governe para todos. Serei o presidente do diálogo”, afirmou o petista.
Correio Braziliense