Bruno Cunha Lima diz que governo tenta politizar racionamento em CG e acusa gestão de criar dados

Politização do racionamento, dados falsos e falta de credibilidade junto aos campinenses. Esse é o resumo das declarações do líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Bruno Cunha Lima (PSDB) ao comentar sobre o imbróglio do racionamento da água em Campina Grande e atuação do Governo do Estado com relação ao tema. A Justiça Federal determinou nesta terça-feira (19) que a  Cagepa retome o racionamento de água nas cidades abastecidas pelo açude Epitácio Pessoa (Boqueirão), incluindo Campina Grande.

“Essa não é uma questão de oposição, o Governo do Estado que tenta politizar o racionamento da água em Campina Grande. Isso aqui é um posicionamento de campinenses e daqueles que são abastecidos pelo reservatório do açude de Boqueirão, além do governo. Esse é um imbróglio que envolve Defensoria Pública, Ministério Público Federal, Ministério Público da Paraíba, Justiça da Paraíba, Justiça Federal”, afirmou Bruno Cunha Lima.

O jovem tucano ainda seguiu comentando que “do lado dos campinenses há diversas instituições, do lado oposto apenas o Governo do Estado”. Que, conforme ele, quer passar a ideia de que todos estão errados e apenas eles estão certos – com discursos. “Discurso não enche barriga e muito menos açude. Temos tido a comprovação que desde que o governo acabou com o racionamento o reservatório praticamente não acumulou mais água”, disparou.

O governo diz que há dados que comprovam a eficiência e sustentam a decisão do fim do racionamento. Bruno não se fez de rogado e acusou a administração estadual de criar dados falsos para justificar suas medidas. “Dados facciosos do governo. Cria dados ao seu bel-prazer. É só entrar no site da Aesa e você vai ver o levantamento quase de forma diária”, disparou o tucano.

Para Bruno, todos saem perdendo nessa situação, inclusive o próprio governo, “que perde ainda mais credibilidade com a cidade de Campina Grande”.

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