João Pessoa 15/12/2018

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Cagepa explica falta de água em JP e Santa Rita e destaca ações para restabelecer abastecimento

Após reclamações dos moradores de João Pessoa e Santa Rita por falta d’água nos dois municípios, o gerente Regional da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba, Rubens Falcão, explicou as razões das intermitências no abastecimento e as ações que já estão sendo implementadas para o restabelecimento da rede.

De acordo com Falcão, foram identificados pontos de intermitência em João Pessoa, e além disso, o verão chegou mais cedo, porém as providências já estão sendo tomadas. “Reativamos os sistema Mumbaba e entramos com a primeira bomba na sexta-feira (16) e a segunda no domingo (18). A barragem está em um nível muito baixo com a estiagem, mas com essa medida, a tendência é ela se recuperar”, disse.

Em Mangabeira, o gerente regional afirmou que desde às 15h desta terça-feira (20) que foi ativada uma injeção de água de Gramame e que a melhoria dos níveis já pode ser sentida, nesta quarta-feira (21). “Temos questões pontuais como Aratu, identificamos mais de 400 ligações clandestinas, mas isso a empresa com outros órgãos competentes temos que dar solução a essa famílias”, afirmou.

No caso de Santa Rita, Falcão explicou que uma sub adutora está em fase de conclusão, saindo do reservatório do Marcos Moura que vai atender ao bairro Sol Nascente, 2500 pessoas que são hoje atendidas por Tibiri. “Essa água vai sobrar para Tibiri que também terá um reforço com a construção de três reservatórios: um apoiado de 400 mil litros, outro de 100 mil litros elevado já em conclusão e um apoiado na captação de mais 100 mil litros, vai resolver definitivamente a intermitência”, disse.

A situação de Várzea Nova, de acordo com o gerente Regional, foi uma obstrução na rede de abastecimento de água. “Ontem terminamos o trabalho ao meio dia e está sendo restabelecida toda região do Fórum”.

Rubens Falcão também destacou que o sistema de gerenciamento dos mananciais está funcionando e com projeções diárias para evitar a necessidade de racionamento, além das grandes obras para atender o crescimento da população.

Marília Domingues / Flávio Fernandes