Carlos Dunga:” Eu não temo intervenção militar, eu temo o anarquismo”

Carlos Dunga:” Eu não temo intervenção militar, eu temo o anarquismo”

dunga deputado 1O ex-deputado Carlos Marques Dunga comentou sobre a seca ressaltando que vivenciou vários períodos da seca nos anos de 1953, 1958,1980 e em 2000 afirmando que a elevação da população e consumo da reserva hídrica contribui para que não haja a reserva como em anos anteriores.

Ele também falou que, se não chover, dúvida que haja alternativa para amenizar as consequências da seca.

Carlos teceu criticas sobre a promessa de Dilma Rousseff, quando esteve inaugurando conjuntos habitacionais em Campina Grande, em concluir e entregar as obras da Transposição do Rio São Francisco no final de 2016 e inicio de 2017.

-A presidente Dilma não conhece o Nordeste. Ela veio aqui só de avião, desce no aeroporto e segue com aqueles que o cercam. Ela não sabe onde é o Rio Paraíba, Taperoá e nem o rio Capibaribe. Eu desafio que ela venha aqui e me conduza para esses rios. Das vezes que ela veio, inclusive nessa, ela desceu em Campina Grande sem saber que Campina Grande estava passando sede. Poderá, se não chover, não ter água no tempo para trazer essa Transposição para Paraíba- criticou.

Sobre a perfuração de poços em Campina Grande, o ex-deputado disse que “isso e nada são a mesma coisa” e que só existe um pouco de água no Cristalino e, que se fosse a presidente Dilma, não tinha feito essa declaração e nem pensado em perfurar poços para solucionar o problema de crise hídrica enfrentado por Campina Grande.

Carlos também falou que não tem medo de acontecer no Brasil intervenção militar, por causa da instabilidade econômica e politica que o país vem enfrentando. Mas, revelou ter medo de um possível anarquismo na nação.

-Eu não temo intervenção militar, eu temo o anarquismo. A revolução existiu e eu fui do tempo da revolução do governo Frenando Henrique, do governo do PT de Dilma e Lula e o anarquismo não chegou, mas já está chegando. Vem à insegurança, vem à saúde, vem à fome, vem o desemprego e isso tudo significa anarquismo. Anarquismo é falta de respeito, falta de governo e falta de autoridade. Se nós passarmos para isso, aí eu não sei como nós vamos viver para frente- disse.

Ele comentou sobre os refugiados de outros países como da Síria que migram para o Brasil possivelmente se unirem com outras culturas no país e transformar em uma anarquia.

As informações foram veiculadas na Rádio Caturité AM.