Cartaxo aponta ainda não ter preferência para sucessão municipal em JP

Cartaxo aponta ainda não ter preferência para sucessão municipal em JP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), encerra o mandato à frente da gestão municipal em 31 de dezembro de 2020, daqui a pouco mais de um ano. As eleições para escolha do sucessor, no entanto, acontecem três meses antes, mas, até agora, não há nenhum nome do lado da situação que desponte como favorito ao posto.

A preço de hoje, o prefeito também não demonstra preferências, e tem deixado ‘o jogo seguir’ sem interferências. Do seu partido, o PV, não há – até agora – nenhum filiado que figure com força para disputar o cargo.

Nos bastidores os nomes que ainda são citados são os dos secretários Zennedy Bezerra, que disputou e perdeu as eleições em 2018, e o do secretário Diego Tavares, que conseguiu, no pleito estadual passado, ser eleito suplente da senadora Daniella Ribeiro.

Na Câmara, os nomes dos vereadores Marcos Vinícius (PSDB) e do líder Milanez Neto (PTB) também são cogitados, mas ainda sem uma militância que respalde.

Nem mesmo o nome do vice, Manoel Júnior (SD), é citado por Cartaxo.

Indagado nesta segunda-feira (01) sobre as articulações políticas no tocante às eleições municipais, Cartaxo mais uma vez desconversou e colocou os trabalhos administrativos como sendo suas prioridades nesse momento.

“Estamos enfrentando os reais problemas da cidade, problemas históricos da nossa cidade. Esse é mais um. Muitos passaram, tiveram a oportunidade de resolver e não resolveram. Então eu prefiro me debruçar sobre esses problemas e deixar a eleição para hora oportuna”, ressaltou.

Nesta manhã o prefeito vistoriou os trabalhos da construção da rede de drenagem da barreira do Cabo Branco e anunciou que em breve, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) dará início à nova etapa do projeto de proteção da falésia. A iniciativa é constituída de quatro fases e a segunda já teve a homologação da licitação publicada no Diário Oficial da União (DOU) para que os recursos cheguem à Capital para execução.

 

PB Agora