Centro Cultural de Mangabeira não foi construído após quase um ano da ordem de serviço, lamenta vereador

raoni mendes 33As obras do Centro Cultural de Mangabeira, onde funcionava o antigo Fantástico Clube, não saíram do papel após quase um ano do prefeito Luciano Cartaxo ter assinado a ordem de serviço autorizando a execução, lamentou o vereador Raoni Mendes, na manhã desta terça-feira(8), na Tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa.

Com o investimento total de R$ 1,6 milhão, a autorização para a construção do equipamento cultural em Mangabeira foi assinada no dia 23 de abril de 2013 e até o momento, no local, só há a placa sobre a obra. “Não podemos ser permissivos com uma política velhaca que promete e não cumpre, que dá prazos e não os respeita, que oferece paliativos doces à população e amargos venenos à verdade. Estamos às vésperas de completar além de mais um aniversário de Mangabeira, o aniversário do anúncio da obra que, aliás, deveria estar sendo entregue”, enfatizou.

Raoni Mendes destacou que Centro Cultural de Mangabeira seria uma conquista da população do bairro que reivindica há anos um equipamento cultural na área. O projeto anunciado pelo prefeito Luciano Cartaxo previa na área de 1.440 metros quadros a construção de biblioteca, palco, sala multiuso com 80 lugares, ateliês e áreas comuns para alimentação e diversas atividades, no entanto, a obra não saiu do papel.

A ordem de serviço dada no dia 23 de abril durante as comemorações dos 30 anos de Mangabeira teve a confirmação do prefeito Luciano Cartaxo firmando um compromisso que não foi cumprido um ano depois, mesmo sendo um projeto viabilizado pelo Mais Cultura do Ministério da Cultura. “Estamos garantindo um espaço de cultura, lazer e entretenimento no coração do bairro. É o cumprimento de um compromisso de descentralizar os eventos e equipamentos culturais da capital”, prometeu.

Raoni Mendes reforçou que é preciso que haja compromisso da gestão em cumprir os prazos porque são recursos da população gastos, inclusive, com a propaganda e materiais de divulgação utilizados para esses anúncios e o benefício não tem chegado a quem mais precisa. “Se tem gastado com o anúncio dessas ordens de serviço mas as obras não são iniciadas. Isso é um caso grave, inclusive, para os órgãos de controle externo como Ministério Público e Tribunal de Contas também acompanharem com mais atenção. É o dinheiro da população jogado na lata do lixo”, disse.

As obras do Centro Cultural de Mangabeira, onde funcionava o antigo Fantástico Clube, não saíram do papel após quase um ano do prefeito Luciano Cartaxo ter assinado a ordem de serviço autorizando a execução, lamentou o vereador Raoni Mendes, na manhã desta terça-feira(8), na Tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa.

Com o investimento total de R$ 1,6 milhão, a autorização para a construção do equipamento cultural em Mangabeira foi assinada no dia 23 de abril de 2013 e até o momento, no local, só há a placa sobre a obra. “Não podemos ser permissivos com uma política velhaca que promete e não cumpre, que dá prazos e não os respeita, que oferece paliativos doces à população e amargos venenos à verdade. Estamos às vésperas de completar além de mais um aniversário de Mangabeira, o aniversário do anúncio da obra que, aliás, deveria estar sendo entregue”, enfatizou.

Raoni Mendes destacou que Centro Cultural de Mangabeira seria uma conquista da população do bairro que reivindica há anos um equipamento cultural na área. O projeto anunciado pelo prefeito Luciano Cartaxo previa na área de 1.440 metros quadros a construção de biblioteca, palco, sala multiuso com 80 lugares, ateliês e áreas comuns para alimentação e diversas atividades, no entanto, a obra não saiu do papel.

A ordem de serviço dada no dia 23 de abril durante as comemorações dos 30 anos de Mangabeira teve a confirmação do prefeito Luciano Cartaxo firmando um compromisso que não foi cumprido um ano depois, mesmo sendo um projeto viabilizado pelo Mais Cultura do Ministério da Cultura. “Estamos garantindo um espaço de cultura, lazer e entretenimento no coração do bairro. É o cumprimento de um compromisso de descentralizar os eventos e equipamentos culturais da capital”, prometeu.

Raoni Mendes reforçou que é preciso que haja compromisso da gestão em cumprir os prazos porque são recursos da população gastos, inclusive, com a propaganda e materiais de divulgação utilizados para esses anúncios e o benefício não tem chegado a quem mais precisa. “Se tem gastado com o anúncio dessas ordens de serviço mas as obras não são iniciadas. Isso é um caso grave, inclusive, para os órgãos de controle externo como Ministério Público e Tribunal de Contas também acompanharem com mais atenção. É o dinheiro da população jogado na lata do lixo”, disse.

 Assessoria