Com rotina de magnata, estelionatário deixa rastro de golpes no DF

Com rotina de magnata, estelionatário deixa rastro de golpes no DF

Com rotina digna de um grande milionário, o brasiliense Marlon Gonzalez Motta, 23 anos, viaja o mundo em jatos particulares, hospeda-se em hotéis luxuosos e chega a gastar R$ 100 mil em uma balada. No entanto, por trás da ostentação está um rastro de golpes que ultrapassa a casa dos R$ 3 milhões. Fingindo ser megainvestidor, o estelionatário usa a lábia para convencer operadores financeiros a pagarem fortunas em transações envolvendo moedas virtuais.

O golpista responde a cinco inquéritos na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por crimes como estelionato, associação criminosa, denunciação caluniosa, falsa comunicação de crime e fraude a seguro. Ele entrou no radar da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) Entre os documentos apreendidos com o suspeito, os policiais encontraram papéis com o timbre da empresa M3 Private, de propriedade de Marlon.

A partir daí, os investigadores descobriram um esquema montado para cooptar as vítimas. A fim de tentar passar uma impressão de investidor bem-sucedido, o falsário usa as redes sociais para simular uma vida de sucesso, com carros esportivos de luxo e viagens a locais paradisíacos. Contudo, depois de aplicar cada golpe, ele desativa os perfis e viaja para países na Europa, Caribe e Ásia.

Metrópoles