João Pessoa 14/12/2018

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Conheça o perfil dos tripulantes do submarino que ficou 1 ano desaparecido

O submarino argentino ARA San Juan foi encontrado um ano após seu desaparecimento no Oceano Atlântico após comunicar uma avaria, possivelmente por causa de uma explosão a bordo, informaram neste sábado 17 o Ministério da Defesa e a Marinha da Argentina

A embarcação, que implodiu por conta da pressão da água, está em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a cerca de 900 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia, onde se tinha montado o centro de operações durante a busca. O local é o mesmo onde há um ano foi identificada uma “anomalia hidroacústica” semelhante a uma explosão.

Pedro Martín Fernández
Nascido em Tucumán, no noroeste do país, Pedro Martín Fernández era o comandante do submarino. Aos 45 anos, era casado e pai de três filhos. Depois de terminar o ensino fundamental, decidiu seguir carreira militar até alcançar o posto de capitão, segundo o diário “La Nación”. Vive em Mar Del Plata desde 2015. Em entrevista ao jornal “La Gaceta”, sua mãe Emma Nelly Juárez, de 80 anos, disse que Fernández lhe havia contado que depois dessa viagem permaneceria trabalhando em terra.

Alberto Ramiro Arjona
Aos 32 anos, era cabo principal, casado e tem duas filhas. Nascido em Salta, no noroeste argentino, Arjona também vivia com sua família em Mar del Plata há dez anos.

Eliana María Krawczyk
Eliana María Krawczyk, primeira mulher tripulante de um submarino argentino. A tenente tinha 35 anos e era natural da província argentina de Misiones, no nordeste do país. Além de ocupar o cargo histórico, é a única mulher a bordo. Esse era o primeiro ano de trabalho de Eliana, informa a agência AFP.

Alejandro Damián Tagliapietra
O tenente tem 27 anos era conhecido como “Lucho”. Em entrevista na Base Naval de Mar del Plata, seu pai disse estar arrasado e querer a verdade.

Sérgio Antônio Cuellar
Sérgio era natural de Salvador Mazza, em Pocitos. Tinha a patente de cabo principal e ocupava o posto de eletricista. Era casado com María Laura e pai de um menino.

Fernando Ariel Mendoza
Nascido na província argentina de Concordia, no Nordeste do país, começou sua carreira em uma escola técnica e vivia em Mar del Plata.

Fernando Santilli
Segundo a imprensa argentina, Fernando Santilli nasceu em Mendoza mas vivia em Palmira. Sua irmã, Giselle Santilli, disse ao portal “Tiempo del Este” que o primeiro destino do irmão na Marinha foi um barco em Bahía Blanca, mas desde que foi transferido para Mar del Plata, ele integrava a tripulação do ARA San Juan. Sua mulher, Jessica, contou no Twitter que o companheiro era um “pai maravilhoso”

Hernán Ramón Rodríguez
Chefe de maquinário do ARA San Juan, trabalhava no navio havia nove anos. Natural de General Alvear, em Mendonza, era casado.

Federico Alejandro Alcaraz Coria
Frederico tinha 27 anos e era maquinista do submarino havia um ano. Era um dos tripulantes mais jovens grupo. Nasceuna cidade de El Volcán, na província de San Luis, na região central do país.

Mario Armando Toconas
Com uma carreira de 13 anos nas Forças Armadas, tinha 36 anos. Natural de Sierra Grande, na província argentina de Rio Negro, vivia com a esposa e um filho de oito anos em Mar del Plata, segundo informa o “La Nación”.

Luis Esteban Garcia
Natural da província de Tucumã, vivia em San martín. Era casado e tinha dois filhos pequenos.

Jorge Ignacio Bergallo
Residente de Mar del Plata, Bergallo tinha uma filha. Seu pai, Jorge Bergallo, foi comandante do submarino ARA San Juan. Ao jornal argentino “La Nación”, ele se disse “orgulhoso que seu filho tenha escolhido essa profissão” e disse durante as buscas que toda a tripulação está cheia de “pessoas serenas e excelentes profissionais”.

Fernando Vicente Villareal
Tenente, Villareal nasceu na província de Ushuaia onde cresceu e iniciou sua carreira militar. Vivia em Mar del Plata com sua esposa e filho.

Roberto Daniel Medina
Oriundo de Atocha, na província de Salta, mudou-se para Buenos Aires onde terminou o ensino médio. Em seguida, alistou-se nas Forças Armadas e, desde então, vivia com a mulher e os dois filhos em Mar del Plata.

Diego Manuel Wagner
Tinhas 38 anos, era casado e tinha três filhos. Natural de Olavarría, vivia em Mar del Plata com a famíia

Víctor Andrés Maroli
Natural de Córdoba, Maroli tinha 37 anos e entrou para a Marinha em 2002. Além disso, era formado em Recursos Humanos.

Renzo David Martín Silva
Tinha 32 anos e era natural da província de San Juan. Planejava se casar no início de 2018.

Franco Espinoza
Integrante da tripulação havia 5 anos, tinha 33 anos. Natural da província de Jujuy, vivia em Mar del Plata, onde iniciou os estudos para iniciar carreira como tripulante.

Jorge Luis Mealla
Também natural de Jujuy, vivia em Mar del Plata havia cinco anos. Após encerrar os trabalhos na atual expedição, tinha planos de voltar à cidade natal para passar as festas di final de ano com a família.

Adrián Meoqui
Segundo informações do jornal “Clarín”, Adrián tinha 32 anos e trabalhava como Tenente do Navio. Era casado com Micaela Velasco, com quem tinha dois filhos: Manuel, de 2 anos, e Malén, de 6.

Javier Gallardo
Tinha 47 anos e era o suboficial principal. Morava em Mar del Plata com a família e era torcedor fanático do time Boca Juniors.

Walter Real
Primeiro suboficial da embarcação, Walter tinha 43 anos. Aos 17, ingressou na Escola de Mecânica da Armada. Pediu transferência para Punta Alta por ser apaixonado pela ideia de ser tripulante de um submarino. Nascido em Pinamar, era pai de um menino.

Cayetano Vargas
Segundo suboficial, Caetano era de Angaco, província de San Juan, mas vivia há muitos anos em Mar del Plata. Tinha 45 anos, era casado e tinha dois filhos.

Celso Vallejos
Celso ocupava o posto de segundo suboficial do submarino. Era casado com Paola Costantini e tinha três filhos: Thiago, de 2 anos, Guadalupe, de 8, e Sofía, de 11.

Hugo Herrera
Segundo suboficial da embarcação, Hugo tinha 39 anos e integrava a divisão de controle de tiro do submarino. Mais velho entre sete irmãos, era casado e tinha uma filha adolescente. Era natural de Palpalá, mas morava em Mar del Plata.

Víctor Enríquez
Natural de Las Margaritas, em Salta, ocupava o posto de segundo suboficial do submarino. Víctor tinha 37 anos, era casado e pai de duas meninas. Uma de 5 e outra de 11 anos.

Víctor Coronel
Vitor era enfermeiro na embarcação. Nascei em Libertador, em Jujuy.

Ricardo Alfaro Rodríguez
Nascido em San Juan, Ricardo tinha 37 anos e vivia com sua mulher e o filho em Mar del Plata. Trabalhava no submarino há quatro anos e ocupava o posto na cozinha da embarcação.

Daniel Fernández
Ocupava o posto de segundo suboficial e morava em Mar del Plata junto com sua mulher, Natália. Daniel era pai de duas meninas: Sofia, de 3 anos, e Isabella, de 5.

Luis Leiva
Nascido em San Juan, tinha 38 anos e sonhava em trabalhar em um submarino desde a infância. Por isso, aos 14 se transferiu para Mar del Plata para fazer parte da Armada. Já havia integrado a tripulação de outras embarcações. Na maioria das expedições, era o cozinheiro do grupo.

Jorge Monzón
Jorge era o cabo principal da embarcação. Casado com Jaqueline, era pai de uma menina, a quem chamava de “orgulho da família”.

Jorge Valdez
Jorge tinha 33 anos e ocupava o posto de Cabo principal. Cresceu em Hipólito Yrigoyen, em Salta, mas vivia em Mar del Plata. Era pai de uma menina.

Cristian Ibáñez
Integrava a equipe que comandava o radar do submarino. Cristian era natural de San Ramón de la Nueva Orán, em Salta. Era casado e tinha uma filha.

Franco Espinoza
Integrava a tripulação do submarino havia cinco anos. Tinha 33 anos e era pai de uma menina de 5. Em Mar del Plata, onde morava, se formou no curso de submarinista. Era natural de Jujuy.

Jorge Ortiz
Nascido em Posadas, era o mais velho de três irmãos. Jorge era casado com Griselda e pai de Thiago. No submarino, trabalhava no setor elétrico e de motores.

Hugo Aramayo
Hugo nasceu em Jujuy, tinha 33 anos e em 2011 participou da viagem de instrução dos aspirantes da Marinha.

Luis Nolasco
Nascido em Salta, deixou sua terra natal em 2007 para ingressar a Armada Argentina. Vivia em Miramar e tinha duas filhas. Na embarcação, exercia a função de técnico eletricista.

David Melián
David nasceu em El Bobadal, em Santiago del Estero, mas vivia em mar del Plata. Tinha oito irmãos e estava na Armada Argentina desde os 22 anos. Estava com 30 anos quando ingressou na embarcação.

Germán Suárez
Germán tinha 40 anos e era Cabo principal. Trabalhou no complexo naval Tandanor entre 2008 e 2014. Natural de Santa Fe, era casado com Itatí Leguizamón.

Daniel Polo
Nasceu em Jujuy, mas vivia em Mar del Plata. Era casado com Verónica Lazarte e tinha três filhas. Daniel era Cabo principal.

Leandro Cisneros
Tinha 28 anos e integrava a Marinha Argentina há sete anos. Havia se casado recentemente com Marisa, integrante da Armada Argentina. Leandro se especializou em imersão para poder integrar a tripulação do ARA San Juan. Já havia realizado diversas viagens no submarino.

Luis Niz
Tinha 28 anos e era de Capilla del Señor, província de Buenos Aires. Era mecânico de sistemas.

Aníbal Tolaba
Anibal era natural de Jujuy e tinha o cargo de Primeiro Cabo de Operações.

Enrique Castillo
Enrique era Cabo e morava em Mar del Plata junto a sua mulher, Anabela Aguirre. Era pai de uma menina.

As informações são do G1.