Couto reafirma que é candidato, critica PMDB e diz que Blocão agora também deve ter o PROS - :: Paraiba Urgente :: Portal de Notícias

Couto reafirma que é candidato, critica PMDB e diz que Blocão agora também deve ter o PROS

coutoO deputado federal Luiz Couto (PT) evitou falar abertamente se o PT irá ou não lhe conceder legenda para ele se candidatar a deputado federal neste ano. O petista também criticou a ação do PMDB no Congresso Nacional, segundo ele o partido age pior que a oposição ao Governo Dilma. Para Couto, na Paraíba há grandes chances do PT e do PMDB se unirem ainda no primeiro turno.

“Eu tinha tomado conhecimento que teria havido uma reunião em Brasília, com a direção nacional, e já teria sido feito acordo onde Nadja ficaria no Senado na chapa de Veneziano (PMDB). Soube disso de uma fonte segura. Mas não foi confirmado”, frisou o deputado.

Para o deputado, a idéia de candidatura do PT não passa de uma falácia. “O importante é mostrar que essa coisa de candidatura própria era apenas história para boi dormir e isso está sendo confirmada”, frisou.

Couto lembrou que ultimamente há uma posição do PMDB de exigir mais cargos de ministros, o que tem criado uma situação de mal estar no Planalto. “Inclusive eu verifiquei que na última semana não votamos nada porque o PMDB estava sendo mais oposição que a oposição”, desabafou. A afirmação dá a entender que a manobra talvez surte efeito gerando alianças mais efetivas nos estados.

Sobre a possibilidade do PT não lhe dar legenda para que ele se candidate a deputado federal, Couto explicou que durante o carnaval não fez nenhuma procura. “Estou hoje retornando as atividades e o que eu sei é através da mídia. Sei que a indicação das candidaturas para deputados estaduais e federais será feita até dia 20 de março. Eu soube que havia uma outra resolução de fazer com que aquele Blocão, que agora acrescentaram o PROS, teria a candidatura de Major Fábio (pelo PROS), Leonardo Gadelha (pelo PSC), Nadja Palito (pelo PT). E faltava a candidatura pelo PP. Então são informações que alguém repassa, mas não sei se tem consistência”, argumentou.

A entrevista foi concedida à Rádio CBN-João Pessoa.

Paulo Dantas