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‘Em família’: louca de ciúme, Luiza derruba xícara de café quente na mão de Verônica

veronica e luiza cafe derramaVerônica e Luiza vão discutir por causa de Laerte Foto: Fotos de divulgação/rede globo

Luiza (Bruna Marquezine) está se mostrando mais ciumenta a cada capítulo de “Em família”. Depois de derrubar Shirley (Vivianne Pasmanter) na piscina, cortar relações com a mãe, Helena (Julian Lemmertz), e mostrar que não gostou muito de Lívia (Louise D’Tuani), nova pianista que acompanhará Laerte (Gabriel Braga Nunes), chegou a vez de atacar Verônica.

A jovem não gostará nada quando a pianista relembrar a história da música “Helena”. O assunto virá à tona quando Verônica perguntar a Laerte se ela pode dar a Lívia o celular do flautista, que dirá que sim. A pianista, então engata no assunto. “Estava contado pra ela que essa música Helena você fez quando era adolescente, não foi?”, pergunta ela, enquanto anota o telefone em um guardanapo. “Um pouco mais que um adolescente: 17, 18 anos”, conta o flautista.

Lívia se mostra inspirada pela história, e Verônica continua. “Bem, tinha que ser, estava apaixonado. E sabe por quem? Pela mãe dela”, diz a maestrina, apontando para Luiza. Lívia olha, inocente, sem acreditar na história e a ex de Laerte reforça: “Ela é a Helena da música”.

Quem não gosta da provocação é Luiza, que sorri disfarçando, mas querendo matar Verônica. Laerte na continua na dele, e Verônica com seus risinhos irônicos. Na hora, o celular de Lívia toca e ela pede licença para atender, recuando um pouco. Luiza está com uma xícara de café quente na mão. A pianista não contenta e continua a provocar. Dessa vez, ela vai com tudo para cima de Laerte: “Você é uma herança familiar, Laerte”. O flautista diz que não entendeu, e a maestrina continua: “Passa de mãe pra filha”.

Essa é a gota d’água. Luiza espera Verônica pegar a chave do carro que está na mesa de Laerte e joga o café quente na mão da rival. Ela dá um grito de dor e ameaça agredir Luiza, mas Laerte intervém: “Ei, que é isso? Pega o seu caminho, Verônica, que ninguém te chamou