Facebook pedirá para usuários apontarem fontes de notícias mais confiáveis

People are silhouetted as they pose with laptops in front of a screen projected with a Facebook logo, in this picture illustration taken in Zenica October 29, 2014. Facebook Inc warned on Tuesday of a dramatic increase in spending in 2015 and projected a slowdown in revenue growth this quarter, slicing a tenth off its market value. Facebook shares fell 7.7 percent in premarket trading the day after the social network announced an increase in spending in 2015 and projected a slowdown in revenue growth this quarter. REUTERS/Dado Ruvic (BOSNIA AND HERZEGOVINABUSINESS LOGO – Tags: BUSINESS SCIENCE TECHNOLOGY LOGO TPX IMAGES OF THE DAY)

Facebook vai priorizar as fontes de informação de acordo com o grau de credibilidade conferido pelos usuários da rede social, anunciou o grupo na sexta-feira (20), em mais uma demonstração de combate às “notícias falsas”.

“Pedimos a nossas equipes que garantam que damos prioridade às notícias que são confiáveis, informativas e locais”, explicou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em um texto publicado em sua página pessoal.

“Agora vamos perguntar (aos usuários) se sabem qual a fonte que está publicando a informação e, nesse caso, se confiam nessa fonte”, explicou Zuckerberg.

Post de Mark Zuckerberg anunciando medida contra notícias falsas (Foto: Reprodução/Facebook)Post de Mark Zuckerberg anunciando medida contra notícias falsas (Foto: Reprodução/Facebook)Post de Mark Zuckerberg anunciando medida contra notícias falsas (Foto: Reprodução/Facebook)

Conforme forem as respostas, as publicações de veículos de comunicação consideradas confiáveis terão maior visibilidade nas linhas do tempo.

“Essa nova característica não mudará a quantidade de informação que se vê no Facebook, só mudará o equilíbrio de informação a favor de fontes que a comunidade de usuários considere confiáveis”, disse Zuckerberg.

O novo anúncio chega uma semana depois de outra medida do Facebook, que anunciou na quinta-feira sua intenção de reduzir a presença de meios de comunicação nas linhas do tempo. A companhia recebeu críticas durante meses acusada de não lutar contra as notícias falsas presentes em sua rede social.

G1