Garçom é acusado de ser líder de gangue acusada de assaltos em JP; violentos, agrediram segurança e corretora

1367170644194-sirene-de-policia (1)A gangue é conhecida pela violência com que age e também por atacar locais que tenham vigilante para tomar as armas. Dois deles já tem passagem pela polícia e o terceiro integrante, que era o articulador, já teria planejado o assalto do próprio local de trabalho.

Através das imagens do circuito interno de câmeras de um correspondente bancário no bairro das trincheiras assaltado por eles no dia 10 de outubro, a polícia conseguiu nesta terça (5) encontrar os três acusados que estariam também envolvidos no assalto a uma construtora no Altiplano na última sexta (1°) onde um vigilante e uma corretora foram agredidos e precisaram ser encaminhados para o Hospital.

Clodoberto da Silva, conhecido como Betinho, de 31 anos é condenado a 20 anos de prisão por roubo, porte ilegal de arma e lesão corporal. Hildefonso Lopes dos Santos Júnior, de 29 anos, conhecido como Cão, responde por assalto, homicídio e porte ilegal de armas. Já Ernesto Lima Gomes, conhecido como Neto, de 22 anos, trabalhava em um restaurante na Orla da Capital e é acusado de fazer todo o levantamento dos locais onde eles assaltavam e repassar as informações para os outros dois.

Ainda de acordo com o delegado, o trio costumava assaltar locais com vigilante para poderem roubar as armas. Eles estavam com três armas e 40 munições intactas. O jovem acusado de ser o mandante, foi preso no domingo à tarde nas proximidades do restaurante onde ele trabalhava e que já havia sido assaltado há dois meses, possivelmente pelo grupo.

Os outros dois foram presos no bairro Colinas do Sul na casa de um deles. A gangue utilizava motos e depois trocavam por carro para dificultar a ação da polícia.

Marília Domingues / Washington Luis