Gilberto Gil responde às ofensas de Nana Caymmi: “É desbocada”

Foto; STEPHANIE ARCAS/METRÓPOLES

Aos 77 anos de idade, Gilberto Gil mantém a mesma ligação atávica com a música de quando apresentou sua Louvação (1967) ao mundo. Com a vocação para a canção popular a todo vapor, o cantor e compositor volta a Brasília com o show da turnê Ok Ok Ok, neste sábado (12/10/2019), para única apresentação, às 21h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental).

A agenda cheia e os mais de 50 anos de carreira não diminuem em Gil o entusiamo de subir ao palco e permanecer em contato direto com o público. “A minha principal motivação é o gosto pelo mundo dos sons e das palavras, manifestado desde a infância. Ademais, há o fortalecimento do elo com a profissão: música é trabalho e não é tão fácil parar de trabalhar”, explica o artista.

O novo disco já rendeu frutos a Gil. O músico foi mais uma vez indicado ao Grammy Latino em uma das categorias de língua portuguesa, a de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. “Os prêmios, as homenagens, o reconhecimento de mérito serão sempre recebidos com satisfação. A comoção talvez já tenha sido maior no passado. A gratidão é sempre a mesma”, pondera.

Ele concorre com nomes igualmente grandiosos da cena nacional como Zeca Baleiro, por O Amor no Caos; Zélia Duncan, com Tudo é Um; Delia Fischer, de Tempo Mínimo; Jards Macalé, de Besta Fera; e por fim, Nana Caymmi, pelo álbum em que canta obras de Tito Madi.

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