Gobira diz que, nas pesquisas, é o favorito à prefeitura de Cajazeiras: ‘tão morrendo de medo de mim’

gobiraO pré-candidato a prefeito de Cajazeiras, Antonio Gobira (PSOL), em entrevista ao programa Olho Vivo da TV Diário do Sertão nessa quarta-feira (20), prometeu que se eleito for fará o carnaval totalmente grátis e na Avenida Juvêncio Carneiro.

Quanto ao piso salarial dos professores, que a prefeitura tem demonstrado dificuldade em honrar com o novo piso, o pré-candidato cajazeirense se adiantou: “Temos bons profissionais para a educação porque esse grupo que está aí não temos o que oferecer”, e afirmou que a população está confusa porque não sabe mais quem comanda o município, se a prefeita Denise Albuquerque (PSB) ou o ex-prefeito Carlos Antonio (DEM).

Andaime
Antonio Gobira tratou com cautela a questão da Operação Andaime, que investiga desvio de verbas em Cajazeiras e atribuiu a competência de julgar os culpados a Justiça, porém, declarou: “Quem desviou o nosso dinheiro da educação, saúde e esporte que vá pra cadeia doa a quem doer”.

Vereadores
Ele destacou que o PSOL conta com 23 pré-candidatos a vereador, mas a meta é chegar aos 30 preponentes.

Pesquisa
Segundo o pré-candidato do PSOL, a grupo da prefeita Denise teme sua candidatura a prefeito e denunciou que as perseguições políticas passaram a se acentuar no município. “Eles tem medo porque sabem que estou em primeiro lugar em todas as pesquisas”, e ainda contestou a pesquisa divulgada em Cajazeiras que o colocou em terceiro lugar para o cargo de prefeito e alcançando o primeiro lugar no índice de rejeição.

Gobira declarou que não reconhece a pré-candidatura de Zé Aldemir, pois não afirmou ainda se realmente concorrerá ao cargo em Cajazeiras e tachou membros de desagregadores. “Agora não estão mais batendo nela, estão batendo em mim. Quem já se viu oposição bater em oposição?” indagou o sapateiro.

Ele ainda disse estar aberto as negociações com outros grupos, mas reafirmou que não abre mão da cabeça de chapa. “Só querem que eu apóie eles, porque eles não me apóiam?”

Diário do Sertão