Goleiro que matou modelo e ocultado o cadáver vai para a condicional e assina contrato com o Poço de Caldas MG

Goleiro que matou modelo e ocultou o cadáver vai para a condicional e assina contrato com o Poço de Caldas MG

Goleiro Bruno é apresentado no Poços de Caldas Futebol Clube Foto: Douglas Magno/ AFP

Com o código penal brasileiro arcaico que permite uma frouxidão enorme nais leis do Brasil desde 1940, que favorece a criminosos e que no Brasil o crime compensa, nesta sábado (5), o goleiro presidiário Bruno retornou aos gramados aos 34 anos idade, em jogo amistoso pelo clube Poço de Caldas no Estado de Minas após ter cumprido 2/3 de pena de 20 anos em regime fechado por ter matado e ocultado o corpo da modelo Eliza Samudio, e que a polícia desconfia até hoje que após esquartejar o corpo da modelo a carne teria sido jogado para os cães se alimentar ( Processo), como o caso ficou conhecido em todo país e chamou a atenção da mídia internacional pela crueldade humana de uma simples modelo.

Pior que isso, é que o goleiro Bruno cumpre pena em cidade de Varginha aonde cumpre a pena aonde naquela ocasião aconteceu o crime em sítio pertencente ao referido goleiro, e após ganhar a liberdade condicional e assinar contrato com o clube Poço de Caldas, que disputa a terceira divisão de Minas Gerais e o clube subiu para a segunda divisão em 2020, Bruno vai ganhar liberdade definitiva por que o município, que era para ele trabalhar durante o dia e à noite estar recolhido ao xadrez não oferece estrutura para acolher o jogador presidiário, com isso, vai morar na cidade sem precisar de usar tornozeleira que vai possuir liberdade total como um cidadão de bem, para fazer o que quiser, exceto o cumprimento de horários e os impedimentos como rege o código penal para os condenados em eventos e etc.

O que chamou a atenção neste caso, é que mesmo condenado juntamente com seus comparsas, o corpo da Modelo Eliza Samúdio jamais foi encontrado e, o que percebe-se nas entrevistas é que, para o goleiro presidiário, é como não tivesse acontecido o crime e uma boa parte dos torcedores do clube mineiro sorridentes e ainda com gratulando como se ele, o goleiro Bruno como não tivesse cometido nenhum crime, e ainda, em seus discursos ele Bruno, se expressa com a maior normalidade como se não houvesse perdas e nem danos a sociedade, infelizmente esse é o Brasil que vivemos que boa parte ainda valoriza larápios do dinheiro públicos e pessoa que cometem assassinatos por que possuem um cargo que o privilegiam com a frouxidão branda das leis, veja o discurso do goleiro presidiário:

“O prazer de estar dentro do estádio com o torcedor acompanhando, incentivando, não tem preço. A motivação é a mesma do que entrar em um Mineirão ou Maracanã lotado. Para mim isso que importa. Foi muito bom“. Em seguida o jogador voltou para Varginha onde reside com a mulher e a filha. Ele tem de se reapresentar até as 21 horas.

Contudo, ainda nesse país democrático de direito como se fala em discurso más que na verdade a prática é outra, nociva a sociedade, é possível conviver com tanta injustiça e que o presidiário não passou ainda a produzir em trabalhos para redução da pena, a exemplo de países de primeiro mundo que adota principalmente aos que cometem os crimes chamados hediondos ou bárbaros a trabalhos (construção civil para beneficiar o estado) que no brasil o código penal beneficia os criminosos com trabalhos em escritórios ou os que antes de cometer o crime exercia sua função e que em países diferentes do nosso, o regime ou sistema como queira citar é quem ordena aonde o presidiário vai exercer a atividade para beneficiar para beneficiar a sociedade e em contra partida a redução da pena.

Com o caso do Goleiro Bruno e tantos milhares que tem acontecido em nossos País, como crimes violentos é crescente anualmente, as leis continuam as mesmas, brandas para os criminosos e um parlamento que legisla em causa própria, o que nos resta é apelar que não acontece com nossos entes queridos para não sofrer a dor na pele e, não aceitar um presidiário que matou por motivo torpe e com grau de barbaridade retornar aos gramados como se nada tivesse acontecido, infelizmente.

Opinião de Lamartine do Vale, do Paraíba Urgente