Justiça estabelece fiança de R$ 30 mil a motorista que matou mãe e filha - :: Paraiba Urgente :: Portal de Notícias

Justiça estabelece fiança de R$ 30 mil a motorista que matou mãe e filha

mae e filha morrem trânsitoO juiz do Tribunal do Júri de Taguatinga João Marcos Guimarães Silva concedeu liberdade provisória ao vendedor Rafael Yanovich Sadite, 33 anos, motorista que atropelou e matou mãe e filha, após ingerir álcool. A Justiça estipulou a fiança em R$ 30 mil, na noite desta sexta-feira (16/5).
Depois de pagar a cobrança, Rafael responderá ao processo em liberdade. Segundo o advogado, Eric Pio Belo, a família vai fazer o pagamento na segunda-feira (19/5). Entre os argumentos usados pela defesa, estavam o fato de que o cliente tem emprego, residência fixa e é réu primário.

Entenda o caso

No Dia das Mães, a jornalista Alessandra Tibau Trino Oliveira, 33 anos; o marido dela, Gabriel Faria de Oliveira, 31; e a filha do casal, Júlia Trino Oliveira, de 1 ano e meio, haviam saído de uma reunião de família no Park Way e eles voltavam para casa, na Quadra 21 de Águas Claras, em um Honda Fit. Gabriel dirigia o veículo. Passou por um cruzamento que dá acesso à via de entrada da cidade e acabou atingido por uma Saveiro. Alessandra morreu no local. Júlia e Gabriel foram encaminhados para o hospital, mas a criança, em estado grave, não resistiu aos ferimentos. A investigação do caso apontou que o motorista da picape Rafael Yanovich estava bêbado.

Manifestação

A tragédia abalou moradores de Águas Claras, que decidiram se mobilizar pela conscientização no trânsito. Com esse propósito, o grupo Mães Amigas de Águas Claras organizaram a manifestação por meio da página delas em uma rede social.

 

Ato público
Mulheres organizam ato para homenagear mãe e filha mortas em acidenteMais de mil confirmam presença no ato previsto para o próximo domingo na cidade

 

O acidente que matou mãe e filha aconteceu logo após o viaduto da Quadra 5 do Park Way: embriaguez ao volante e excesso de velocidade (Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
O acidente que matou mãe e filha aconteceu logo após o viaduto da Quadra 5 do Park Way: embriaguez ao volante e excesso de velocidade

A revolta causada pelo acidente que matou mãe e filha em Águas Claras há cinco dias motivou um grupo de mães da cidade a unir forças e lutar pela paz no trânsito. Elas se organizaram por meio de redes sociais e, na manhã do próximo domingo, farão uma manifestação para homenagear as vítimas da colisão e pedir mais responsabilidade por parte dos motoristas brasilienses. A passeata começa às 9h e seguirá até local do acidente, na Quadra 5 do Park Way.

No Dia das Mães, a jornalista Alessandra Tibau Trino Oliveira, 33 anos; o marido dela, Gabriel Faria de Oliveira, 31; e a filha do casal, Júlia Trino Oliveira, de 1 ano e meio, haviam saído de uma reunião de família no Park Way e eles voltavam para casa, na Quadra 21 de Águas Claras, em um Honda Fit. Gabriel dirigia o veículo. Passou por um cruzamento que dá acesso à via de entrada da cidade e acabou atingido por uma Saveiro. Alessandra morreu no local. Júlia e Gabriel foram encaminhados para o hospital, mas a criança, em estado grave, não resistiu aos ferimentos. A investigação do caso apontou que o motorista da picape, Rafael Yanovich Sadite, 33 anos, estava bêbado.

A tragédia abalou moradores de Águas Claras, que decidiram se mobilizar pela conscientização no trânsito. Com esse propósito, o grupo Mães Amigas de Águas Claras organizaram a manifestação por meio da página delas em uma rede social. “Eu moro perto de onde o acidente aconteceu. Ficamos muito sensibilizadas. Em pleno Dia das Mães, uma mulher e a filha foram vítimas de um motorista alcoolizado”, afirma uma das responsáveis pela passeata, Leila Ferreira, 36 anos. Segundo ela, o protesto faz parte do Maio Amarelo, movimento internacional para a redução dos acidentes de trânsito. “É importante ensinar a população que, quando a pessoa bebe e dirige, assume o risco de matar”, diz Leila.

Correio Braziliense