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Líder da oposição cobra de Cartaxo nomeação de concursados do Samu

lucas vereadorCandidatos aprovados para o cargo de condutor socorrista do Samu da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) pediram ajuda ao vereador Lucas de Brito (DEM) para cobrar do prefeito Luciano Cartaxo (PT) a nomeação imediata na vaga.

O concurso público foi realizado no início de 2010 e, até agora, ninguém foi convocado para assumir a função, enquanto a gestão municipal realiza contratações emergenciais para preencher o cargo.
De acordo com um levantamento feito pelo parlamentar, o concurso foi homologado em julho de 2010. Apesar disso, o certame foi prorrogado por mais dois anos pela secretária de Saúde à época, sem que qualquer nomeação tivesse sido realizada nesse período.
Lucas de Brito destaca que as contratações emergenciais começaram a acontecer em outubro de 2011, sendo renovadas em fevereiro de 2012 na modalidade de excepcional interesse público. “A Secretaria de Saúde não pode contratar de forma emergencial servidores para este cargo, uma vez que existem pessoas qualificadas e aprovadas em concurso”, explica o vereador.

Apesar de o concurso estar dentro do prazo de validade, o democrata destaca que a nomeação imediata é um direito dos concursados, especialmente porque suas vagas encontram-se ocupadas por pessoas sem vínculo com a administração municipal. “Por que a Prefeitura de João Pessoa prefere manter funcionários temporários numa função tão importante como a de condutor socorrista, se existem pessoas concursadas que poderiam estar na função? Não enxergamos coerência nessa atitude”, analisa Lucas.
O líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de João Pessoa encaminhou ofício ao prefeito pedindo explicações sobre o tema.

Guarda Municipal – Sobre o anúncio de nomeação de 250 concursados da Guarda Municipal no mês de fevereiro, o vereador Lucas de Brito lembrou que esta foi uma luta do mandato durante todo ano de 2013.

Mesmo com o anúncio do prefeito, o parlamentar destacou que ainda existem outros 70 convocados para o curso de formação que não sabem quando serão nomeados. “Estas pessoas abandonaram seus empregos para se dedicar ao curso de formação e agora não sabem se serão aproveitados pela gestão municipal. É uma injustiça”, dispara Lucas.

Luís Tôrres