Mulher é condenada a mais de dois anos de prisão após furtar joias da casa dos patrões

Mulher é condenada a mais de dois anos de prisão após furtar joias da casa dos patrões

Mulher confessou ter furtado brincos, pulseira e corrente da casa dos patrões (Foto: Pixabay/Imagem Ilustrativa)

Uma mulher foi condenada a dois anos e três meses de prisão, convertidos em prestação de serviços, por ter furtado joias dos patrões na casa onde trabalhou por dois meses. Também foram condenados três homens que venderam as joias furtadas pela empregada doméstica. Contra a sentença cabe recurso. A empregada confessou o furto.

A decisão foi dada pelo juiz Vandemberg de Freitas Rocha, da 4ª Vara Criminal de Campina Grande, e publicada no Diário da Justiça eletrônico desta quarta-feira (7).

A pena da mulher foi convertida em prestação de serviços à comunidade e de limitação de fim de semana. Ela deve permanecer presa por cinco horas diárias, aos sábados e domingos.

O magistrado condenou pelo crime de receptação qualificada três homens que adquiriram e depois venderam as joias furtadas. As penas aplicadas foram de três anos e seis meses de reclusão para dois deles e de três anos e três meses de reclusão para um dos réus.

De acordo com a denúncia do Ministério Público da Paraíba, a mulher cometeu o furto se aproveitando da confiança dos patrões. A defesa da empregada argumentou que o conjunto de provas não autoriza a condenação dela. Consta nos autos que, após subtrair as joias, a acusada vendeu os produtos por R$ 170,00.

O juiz destacou que o crime de furto está devidamente comprovado, restando, igualmente, caracterizada a circunstância qualificadora do abuso de confiança, prevista no inciso II do artigo 155 do Código Penal.

“Tanto perante a autoridade policial, quanto em juízo, a denunciada confessou a prática criminosa. No inquérito policial afirmou ter subtraído um anel, três brincos, três correntes e um pingente, todos de ouro; enquanto que, em juízo, afirmou ter subtraído apenas três joias (um brinco, uma corrente e uma pulseira)”, arrematou o magistrado.

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