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O LIVRE ARBÍTRIO EM SANTA RITA

Marcos FerrazO termo LIVRE ARBÌTRIO tem varias e diferentes interpretações de ordens religiosas, psicológicos, morais e/ou científicos, algumas pessoas dizem que livre arbítrio significa ter liberdade, e muitas vezes confundem com desrespeito, e falta de educação. Cada Ser Humano tem direito de fazer o que quiser com sua vida, e escolher que caminho quer seguir, desde que não prejudique ninguém.
A maioria dos Cristãos tem o credo de que é o poder que Deus dá aos homens de serem livres e fazerem o que bem entenderem, arcando sempre com suas escolhas, independentes se são “boas”, ou “más”.
Já os espíritas acreditam que toda ação tem uma reação, para eles, o livre arbítrio vai depender do quanto o espírito da pessoa é evoluído moralmente e intelectualmente. Para o espiritismo, o livre arbítrio é válido quando ele proporcionar um aprendizado, uma evolução.
Para os Filósofos, o livre arbítrio tem origem no Determinismo, que defende que todos os acontecimentos são causados por fatos anteriores. Quando o indivíduo faz exatamente aquilo que tinha de fazer, seus atos são inerentes a sua vontade, e ocorrem com a força de outras causas, internas ou externas.
Penso que todas essas definições do que é LIVRE ARBÍTRIO, pelo menos para os Santa Ritenses, se enquadram bem quando essa decisão é política, alguns cidadãos por empolgação baseado no chamado “oba oba” de uma campanha política, acha ter o direito de desrespeitar o próximo, esquecendo de amizade, bom convívio e sensatez, na maioria das vezes achando ser ele “A bala que matou
John Lennon” e denigre a imagem de quem não segue seu posicionamento político.
E assim como o Deus Cristão concede o poder de fazerem o que bem quiserem, ao final de um processo político chega a conta, fazendo com que ele arque com os ônus seus atos maus e tenha os bônus dos bons. Dessa forma age pouquíssimos Santa Ritenses.
Se formos enxergar pela visão Espírita, a evolução moral e intelectual do ente, o mesmo faz o que acha que tinha de ser feito e que o resultado de seus atos era algo que tinha de acontecer, Assim enxergam poucos e centrados Santa Ritenses.
No meu modo de ver, a grande maioria dos Santa Ritenses se enquadram na visão filosófica do quando o sujeito tem a certeza de que era aquilo que tinha de ser feito, onde sua vontade não influenciaria no resultado e que deveria seguir o que os lideres traçaram, chamo-os de “Maria vai com as outras”.
Esses últimos são reféns de vontades alheias as dele e aceitam sem questionar absolutamente nada, pois o empreguinho de prestador de serviço de 1 (um) salário mínimo lhe basta, mesmo que tenha de agüentar “o pão que o diabo amassou” dos que determinaram que assim tivesse de ser seu posicionamento político.
Um dia gostaria de ver meus irmãos Santa Ritenses deixando de seguir essas receitas de bolo que outros ditam para que eles “façam assim ou façam assado” e meçam realmente seus atos e visualizem as conseqüências dos mesmo para com seus familiares, amigos e vizinhos, sem ter que escutar o que alguém por interesse próprio, diz em quem ele deve ou não votar.

 

USE SEU LIVRE ARBÍTRIO, pra depois não “pagar o pato” por decisões que não foram suas!
Por Marcos Ferraz