Opinião: João Azevêdo talvez fique nas mãos do chamado G11 em 2020, pois ele nunca foi governo

Opinião: João Azevêdo talvez fique nas mãos do chamado G11 em 2020, pois ele nunca foi governo

A temeridade que reside no entorno do governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), está em grande parte na sua própria figura. Pode ele vir a ser controlado à distância por um “punhado” de deputados estaduais que buscam, em seu favor, benesses eleitoreiras.

Faz-se evidente, por exemplo, o chamado G11, 12 ou 13. Não sei. Todos os dias chagam um, dois, três para a futura “comilança”. Desses que incorporaram o malsinado grupo, raposas velhas e novas integram o “abatedouro”.

Podem-se ver dois ou três bem intencionados no grupo. Isso é certo. Não mais que esse número. Mas se faz evidente que Azevêdo não é menino de soltar pipa. Homem de boa qualidade intelectual, seus discursos são equilibrados. Com toda certeza foi escolado na “A Arte da Guerra” e no “O Príncipe”.

Respectivamente escritos, em épocas diferentes, pelo estrategista militar conhecido como Sun Tzu e Nicolau Maquiavel, sendo ele um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento. Agora, em tempos de Calvário, Famintos e por aí vai qual o real motivo da minha observação em relação aos “Gs”?.

Criou-se uma cortina de fumaça sobre e sob o grupo, embora não tenha surgido de maneira aleatória a camuflagem. Os “Gs”, ditos e proclamados “independentes” e ao mesmo tempo dependentes, mostram uma desfaçatez incrível. Eles são fortes, e numa humildade franciscana pedem com pires nas mãos ações do Executivo. Só agora. Pois na hora exata o golpe será dado.

Por hora, importante manter as operações do Gaeco e derivações em pauta. Motivo? Todos esquecem – ou buscam “esquecer” – esse grupo. Ótimo para ele, que busca fortalecer seu corpo dentro do governo. Por fórceps, claro!

Contudo, as garras, balas de prata e crucifixos para matar ou manter vivo os “Nosferatu” surgirão em 2020, pois haverá um pleito, e a turma do “G” vai cobrar um preço alto ao governo estadual para manter sua “lealdade”. De resto, é apenas aguardar, ou Azevêdo observar quem são seus verdadeiros aliados.

E a cortina de fumaça continua.

Eliabe Castor
PB Agora