João Pessoa 25/04/2019

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Pedreiro é morto com golpe de punhal e fiscal de empresa de ônibus é principal suspeito, na PB

Vítima iria pegar o ônibus de volta para casa quando foi ferido com um golpe de punhal no abdômen.

Pedreiro, Almir Vicente da Silva, vítima de golpe de punhal. — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Um homem foi morto com um golpe de punhal, na noite do sábado (19), no bairro do Catolé, em Campina Grande. O crime aconteceu por volta das 19h e os principal suspeito do crime, de acordo com a polícia, é um fiscal de uma empresa de ônibus.

A vítima era o pedreiro Almir Vicente da Silva, de 35 anos, e estava no local com dois amigos. Ele ia pegar o ônibus para casa na Vila Cabral de Santa Terezinha quando foi ferido com um golpe de punhal no abdômen. A vítima foi socorrida e levada para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu e morreu na unidade.

Segundo parentes da vítima, o suspeito do crime é o fiscal de uma empresa de transporte público de Campina Grande que não foi identificado pela polícia. No dia anterior o fiscal teria discutido com o passageiro por causa da catraca do ônibus.

A esposa da vítima conta que testemunhou a confusão. Ela disse que o marido dela teria passado rápido na catraca fazendo barulho e o fiscal peguntou se ele iria quebrar. O pedreiro perguntou qual era o problema e o fiscal disse que iria chamar outro responsável, mas ninguém foi chamado e eles seguiram no ônibus. No dia seguinte a vítima pegou o ônibus no mesmo lugar do dia aterior.

Segundo a Polícia Militar, na sexta-feira (18), o pedreiro teria ameaçado o fiscal e no dia do crime a vítima e o acusado discutiram novamente. Ainda de acordo com a PM, a vítima tinha passagem na polícia por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. No local existem câmeras de monitoramento que estão sendo analisadas pela Polícia Civil.

Até às 7h da manhã desta segunda-feira (21) ninguém foi preso. A empresa de ônibus em que o fiscal trabalha foi procurada pela equipe da TV Paraíba, mas disse que os diretores que podem falar sobre esse crime não estavam na empresa.

G1-PB