João Pessoa 19/03/2019

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Presidente da FFERJ diz se adiamento da decisão da Taça Guanabara foi cogitado; confira

Neste domingo (17 de fevereiro) a decisão da Taça Guanabara terminou com título do Vasco, que bateu o Fluminense por 1 a 0 no Maracanã, mas todas as atenções acabaram voltadas para os bastidores do confronto, ao invés do campo de jogo. Após diversas reviravolatas, a partida chegou a ser definida com portões fechados – vide mandato policial -, mas no fim das contas acabou tendo torcida, que apesar de toda a confusão que se estabeleceu nos arredores do estádio com policiais, acabou sendo possibilitada de entrar no local. Convidado do A Última Palavra deste domingo, o presidente da FFERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), Rubens Lopes, escalareceu todo o ocorrido e revelou se o adiamento da final chegou a ser cogitado.

“Concordo 100% que são cenas lamentáveis, isso não pode acontecer em dia nenhum, não só no domingo. Quem são os responsáveis, eu praticamente não tenho como afirmar, mas posso afirmar categoricamente quem não são, ou quem não é, o responsável, e FFERJ não tem nada a ver com esses episódios, pelo contrário, lutou esse tempo inteiro para que se não chegasse a esse ponto. Essa história pueril, no meu entender, de disputa de lado já vem há algum tempo, e durante esse tempo inteiro, apesar de em estado, tanto Complexo Maracanã, quanto Fluminense, nunca nos apresentou nenhum documento que provasse aquilo que estivessem falando. Esse contrato jamais foi apresentado, mesmo depois de várias vezes sendo pedido desde 2013. O regulamento é aprovado por todos os clubes e consta lá que ao mandante cabe todo o direito de realização da partida, tudo, tudo. No caso, o mandante foi o Vasco. Logo definido que o Vasco seria o mandante, houve uma reunião na Federação, antes do jogo entre Vasco e Resende, com a presença o presidente do Vasco e do Fluminense. Nessa discussão, a Federação intermediou uma relação numa tentativa de reduzir os custos para Vasco e Resende, resolvido isso, o custo do Maracanã para o jogo da final. Em nenhum momento os clubes falaram ‘eu posso nesse setor, eu não posso nesse’, prevalecendo aquilo que desportivamente eles aprovaram do regulamento”, começou explicando Rubens Lopes, que ainda negou a possibilidade do adiamento da decisão por conta do calendário.

“Impossível (adiar o jogo). Não temos data, o campeonato encerrava aqui, qualquer adiamento o campeonato seria encerrado agora, não temos data. E envolve Conmebol Libertadores, Copa do Brasil, Sul-Americana. Não nos foi possível e recorremos ao entendimento do Estado e da segurança policial”, completou.

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