Presidente do Chile se reúne com Bolsonaro na residência oficial do Palácio da Alvorada

Presidente do Chile se reúne com Bolsonaro na residência oficial do Palácio da Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Chile, Sebastián Piñera, durante encontro no Palácio da Alvorada — Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O presidente Jair Bolsonaro recebeu no início da manhã desta quarta-feira (28) o presidente do Chile, Sebastián Piñera, no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência em Brasília.

Esta é a segunda vez que Piñera visita o Brasil neste ano. Em 1º de janeiro, ele participou da cerimônia de posse de Bolsonaro.

Em março, Bolsonaro esteve em Santiago para se reunir com Piñera. Na ocasião, os dois países assinaram acordos comerciais e discutiram a situação na Venezuela, que enfrenta uma profunda crise política, econômica e social.

Reunião do G7

Sebastián Piñera participou nesta semana, como convidado, de uma reunião do G7 na França. O grupo reúne as sete principais economias do mundo.

Durante a reunião, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou ajuda de cerca de US$ 20 milhões do G7 para o Brasil combater queimadas na Amazônia.

Nesta terça (27), porém, Bolsonaro afirmou que só aceitará a ajuda do G7 se Macron retirar o que o presidente considerou “insultos”proferidos pelo francês (veja no vídeo abaixo).

Desde a semana passada, Bolsonaro e Macron têm feito acusações públicas um contra o outro.

Bolsonaro, por exemplo, questiona os interesses do presidente francês e afirma que Macron adota “tom sensacionalista” ao abordar as queimadas na Amazônia.

Macron, por sua vez, afirma que Bolsonaro mentiu sobre o clima e que o Brasil precisa de um presidente que se comporte “à altura” do ca

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Ajuda internacional

Na semana passada, Bolsonaro afirmou em uma transmissão ao vivo em uma rede social que países como o Chile e o Equador ofereceram ajuda para combater as queimadas na Amazônia.

Nesta terça (27), o governo informou que receberá 10 milhões de libras do Reino Unido, o equivalente a R$ 51 milhões (veja no vídeo abaixo).

Porém, segundo o porta-voz de Bolsonaro, Otávio do Rêgo Barros, o Brasil até pode aceitar doações, desde que fique responsável por gerir os recursos.

G1