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Presidente nacional nega aval à pré-candidatura de Nadja e admite apoio do PT a Veneziano para fortalecer Dilma

rui falcao do ptO presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, chega à Paraíba com uma missão muito maior do que apenas dialogar com dirigentes estaduais da legenda, para conter chamas das vaidades de pré-candidaturas já postas ou de conflitos por espaços nas disputas proporcionais. Rui Falcão vai conversar com lideranças de outros partidos aliados do Palácio do Planalto para acalmar os ânimos de aliados fortes no Estado, como o senador Vital do Rêgo Filho (PMDB) e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP).

Rui Falcão vai dissipar a ideia espalhada pelo diretório estadual de que a pré-candidatura de Nadja Palitot é prego batido e ponta virada. Pra começar, revelou no desembarque em Natal (RN), na manhã desta sexta-feira (24) que não há aval da direção nacional para essa pré-candidatura, como sustentaram os dirigentes no momento do lançamento do nome da advogada.   Ele admite, inclusive, apoio à pré-candidatura de Veneziano Vital do Rêgo no primeiro turno, para que Dilma saia fortalecida.

Cada candidatura aos governos estaduais será homologada pela Nacional antes do registro das chapas, embora Rui Falcão alegue que o que prevalecerá é a decisão do encontro estadual de tática eleitoral aqui na Paraíba, no caso da tese de chapa majoritária em caminho próprio. Ele tem a certeza que de que o PT paraibano não fará nenhuma aliança com o PSB, até porque o governador Ricardo Coutinho vem reafirmando apoio à candidatura de Eduardo Campos na disputa presidencial.

Em entrevista em uma emissora de rádio local, pela manhã, ele deixou claro que a prioridade é montar palanques por todos os estados para fortalecer a candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Como metas para alcançar suas estratégias, o PT nacional definiu como prioridades o aumento no número de governadores, a manutenção do poder nos  estados que o partido já comanda, a ampliação das bancadas nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional e a efetivação de condições político-eleitoral-social para que um eventual segundo governo de Dilma ainda seja melhor do que o primeiro.

Esse circuito de conversas tem se repetido por todo o país. No seu tour pelo Nordeste, o presidente nacional petista observou que cada estado tem uma realidade distinta mas haverá um momento em que a direção nacional dará o tom das composições e até mesmo do lançamento de nomes que disputarão os governos. No fim de março, a direção nacional quer, aí sim, bater o martelo e virar a ponta do prego.

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