João Pessoa 27/05/2019

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Primeira semana na ALPB dá o tom para a disputa pela prefeitura de JP

Deputados das duas bancadas se revezaram no confronto, que tem como pano de fundo o embate entre o prefeito Luciano Cartaxo e o governador João Azevêdo

A primeira semana de atividades na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) funcionou como uma espécie de termômetro para disputa em torno da eleição para prefeito da Capital em 2020.

Deputados das duas bancadas se revezaram no confronto, que tem como pano de fundo o embate entre o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), e o governador João Azevêdo (PSB) e seu mentor político, o ex-governador Ricardo Coutinho, também do PSB.

Operação Calvário e Trauminha na pauta da ALPB

Na Casa, um dos temas predominantes foi a operação Calvário, com pedido de CPI da Cruz Vermelha. Por outro lado, os deputados Wilson Filho e Cida cobraram a interdição da ala cirúrgica do Trauminha de Mangabeira, comparando-o  com o Trauma administrado pelo governo Estadual.

ALPB será palco para 2020

Pelo lado governista, aparecem os nomes das deputadas socialistas Cida Ramos e Estela Bezerra. Ambas já disputaram a prefeitura da Capital em 2016 e 2012, respectivamente. O deputado Wilson Filho, do PTB, que na eleição passada foi colega de chapa de Cida, também é lembrado.

Na oposição, surgem os nomes dos deputados Wallber Virgolino (Patriotas) e Eduardo Carneiro (PRTB).

Ligado ao prefeito Luciano Cartaxo, Eduardo comanda o partido do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, na Paraíba. Único vereador de João Pessoa eleito deputado, o parlamentar foi escolhido vice-líder da oposição na Assembleia.

Já Wallber tem o nome cogitado por conta da defesa de bandeiras como a Segurança Pública e as vaquejadas.

Ricardo Coutinho revela resistências à disputa

O ex-governador Ricardo Coutinho deve ficar fora da disputa. Recentemente, a deputada Cida Ramos revelou que o ex-gestor apresenta algumas resistências para enfrentar o desafio.

Caso se confirme a não participação de Ricardo na eleição, o cenário fica mais aberto, o que reforça o papel de protagonista que a Assembleia terá no processo.

Portal Correio