Professores decidem pela continuidade da greve sem salários; realizam ato público e muito protesto nesta quinta em Santa Rita

assembleia sinfesa professorProfessores revoltados e indignados com a retaliação e perseguição aos salários bloqueados do mês de maio pelo prefeito Reginaldo Pereira realizam nesta quinta-feira (11) ás 09hs, mais mobilização e ato público pelas ruas no centro de Santa Rita. Há quarenta dias em greve a categoria reivindica 13,01%, além dos salários atrasados dos servidores da secretaria de saúde desde janeiro e dos cortes efetuados nos salários de mais de 300 servidores do mês de maio entre os valores R$ 400,00 e 600,00 reais.

Em mais uma assembleia nesta segunda os servidores da saúde e da educação decidiram pela aprovaram da continuidade da greve em todos os setores, mesmo com o bloqueio de seus salários, mesmo que o movimento paredista e legal e sem interferência de algum ato judicial, o presidente do sindicato José Farias garantiu através da lei 875/1997 que mesmos os servidores estando em greve seus salários estão protegidos por lei, e o prefeito Reginaldo Pereira como é de costume dele, não respeitar nada e ninguém no município, achou por bem dele, bloquear não só os salários mas também tirando certas quantias de quem recebeu alguns salários reduzindo  os valores para causar terrorismo psicológico contra os servidores, declarou José Farias.

José Farias ressaltou ainda que a assessoria jurídica do sindicato ingressou com mais uma ação na justiça pedindo o bloqueio de todas as contas bancárias da prefeitura de Santa Rita, para que seja efetuado o pagamento dos servidores por lei, “ a greve é legal, o que a categoria está reivindicando é apenas 13,01% baseado pelo MEC e FNDE, baseado no Fundeb, o prefeito tem condição de cumprir com a proposta da categoria, ele presentou uma proposta de 04% que não satisfaz os professores, os quais decidiram  pela continuidade da greve”, disse o sindicalista.

O presidente do sindicato convocou todos os servidores do município de todas as categorias em especial aqueles que tem sofrido retaliação e perseguição por parte da administração amarela queimada em seu local de trabalho e nos seus salários, além dos pais da população estudantil que vêm contribuindo com os professores em não levar seus filhos a escola, tanto quanto pelos péssimos salários dos professores  e na qualidade da merenda oferecida aos alunos além de melhorias da infraestrutura física das escolas que a dez anos não são reformas e das péssimas condições de trabalho dos profissionais, lembrou Zé do Sinfesa.

Lamartine do Vale, do Paraíba Urgente.