Prof. Nelson Júnior, questiona o Governo do PSB na Paraíba sobre os números da violência no Estado

PSOL não vê redução da violência apregoada por RC e diz que governo trilha propaganda frágil

revolver canoO ex-candidato ao senado pelo PSOL, prof. Nelson Júnior, questiona o Governo do PSB na Paraíba sobre os números da violência no Estado. Usando as redes sociais, Nelson Júnior comenta que “o governador Ricardo Coutinho joga pesado pra desacreditar as estatísticas da violência no Brasil. Isso mesmo. Quando ele anuncia que a Paraíba está entre os Estados que mais reduziram os índices de homicídio no Brasil me faz relutar sobre a seriedade de quem fez o estudo”, destacou.

Segundo Nelson Júnior, diferente do que quer apresentar aos paraibanos o governador Ricardo Coutinho, a situação da violência na Paraíba é preocupante e deixa as pessoas inseguras e sem tranqüilidade em seus cotidianos. “Ora, quem mora na Paraíba percebe claramente que nunca se matou tanto por aqui e, ainda, que a maioria dos crimes de homicídio não tem sua autoria esclarecida. Para que a informação do governo do Estado vá além da propaganda e tenha algum respeito da população, o governo precisaria divulgar quais os critérios para se colocar uma morte na relação de homicídio”, afirmou.

“Eu gostaria de saber, por exemplo, se uma pessoa for vitimada por um tiro e, em seguida for internada no hospital de trauma e vier a falecer 8 dias depois, essa morte entra na conta dos homicídios? Sim ou não? Este é apenas um entre outros critérios que precisam ser publicizados”, declarou.

Nelson Júnior acrescentou que o Governo do PSB na Paraíba, em vez de enfrentar a questão da violência em seus diferentes níveis, prefere trilhar o caminho mais fácil da propaganda frágil e sem credibilidade. “Enfim, não são os milhões de reais gastos pela secretaria de comunicação na propaganda (direta ou indireta) do governo Ricardo Coutinho que irão nos fazer crer que os índices de violência estão em “queda”, mas sim quando o povo perceber que é possível viver sem está em estado de alerta constante e puder confiar nas informações fornecidas pelo próprio governo”, finalizou.

Assessoria