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Quadrilha invade casa e atira em ex-vereador da Serra

quadrilha invade casa de veradorO ex-vereador Doriedson Cardoso (PMDB), o Dório do Pantanal (PMDB), sofreu uma tentativa de homicídio na tarde desta sexta-feira (31), na Serra. Quatro bandidos armados invadiram a casa da vítima e dispararam vários tiros contra o político, assim que ele chegou ao local. Dois suspeitos foram presos e os outros dois bandidos conseguiram fugir.
Segundo o delegado Izaías Tadeu, responsável pela investigação, Dório Pantanal, que atualmente está como suplente de vereador, recebeu a informação de que quatro homens armados teriam invadido a sua residência, localizada no Bairro Lagoa. “Por volta de 11 horas, a vítima foi até a casa dele e foi recebido por quatro homens armados com revólveres e pistolas. Ele ainda tentou conversar com os suspeitos, mas eles atiraram contra a vítima, que não foi atingida, porém o carro dela foi totalmente atingido”, afirmou o delegado.
ocorrência foi registrada no DP de Jacaraípe. Imediatamente os policiais foram até a casa do suplente de vereador e prenderam dois envolvidos, identificados como Juvenil Alves da Silva, de 23 anos e Rainé Santos de Souza, de 21 anos.
Em depoimento os detidos confessaram a participação no crime, e disseram que estavam dando cobertura aos demais criminosos, que fugiram do local. A motivação do atentado está sob investigação.Os acusados foram reconhecidos pelo político e foram encaminhados para o Centro de Triagem de Viana. Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados pela polícia.

Quem é Dório Pantanal
Edson Chagas
Líder comunitário de Jardim Carapina por cinco mandatos consecutivos, Doriédson Cardoso, 37 anos, o Dório Pantanal, foi eleito o vereador mais votado da Serra em 2008. “Continuo como líder de Jardim Carapina, bairro de 20 mil pessoas e que sofre com as drogas. Visito os bairros de manhã e de tarde fico na câmara”, explica. Filho do líder Alemão do Pantanal e filiado ao PMDB, Dório foi vereador em 1997 e revela o assédio de candidatos a deputado estadual e federal no período eleitoral. “Fazem promessa pessoal, de cargos, dinheiro. Querem comprar o líder, mas a influência no voto depende do candidato e do peso do líder, que tem de se impor e não se basear em promessa, mas na ficha do candidato”. Atualmente, ele está como suplente de vereador na Serra.