João Pessoa 19/02/2019

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Segurança de governadora eleita do RN é morto com 7 tiros na cabeça

O PM integrava o movimento Policiais Antifascismo. A polícia potiguar trabalha com a tese de execução

Filiado ao PT, ele fazia parte do movimento Policiais Antifascismo, criado por operadores de da área de segurança na luta pela democracia e pelos direitos humanos dentro da estruturas das polícias do estado.

Segundo policiais militares, o crime teve característica de execução. Ele levou sete tiros na cabeça. Os assassinos levaram a arma do policial, mas não roubaram a moto em que estava ou documentos. A policia civil já está investigando o caso.

Segundo a polícia, João Maria Figueiredo trabalhou voluntariamente durante a campanha, fazendo a segurança da governadora eleita. Ele era casado e atuava na cidade de Taipu (RN).

“Cabo Figueiredo, como era conhecido, era cotado para integrar a equipe dela a partir de 1º de janeiro.”

O cabo tinha posições técnicas com relação à violência, que para ele era um problema social ligado à criminalização do povo pobre e preto das periferias brasileiras. João Maria foi convidado várias vezes para dar palestras sobre segurança, direitos humanos e descriminalização das drogas como alternativa para redução da violência urbana.

Metrópoles