Sinfesa é o único sindicato do Brasil que realiza ‘assembleia itinerante’ contra gestão Panta que não paga reajuste a servidor, diz professor.

A segunda assembleia itinerante realizada nas comunidades nesta quarta-feira é algo inovador no Brasil realizada pelo sindicato de servidores de Santa Rita-PB, contra gestão tucana do prefeito Panta (PSDB) que não gosta de conceder reajuste a servidor, retirar direitos e reduzir salários e que é o único prefeito do Brasil que não dialoga com as categorias e por cima de tudo instituiu um Decreto 32/2017 que congela todos os benefícios que feri os PCCRs, LDB e a constituição brasileira. “nosso objetivo já foi atingido na segunda assembleia itinerante que é o apoio da população e que estamos interagindo com a comunidade levando a verdade da situação dos serviços da cidade e realidade financeira do município que é totalmente adversa que a gestão de Santa Rita anda propagando nos meios de comunicação e que a população cansou de esperar pelos serviços e que praticamente um ano de gestão não fez nada pelo seu povo, avaliou o professor Lissandro.

“A ideia de assembleia itinerante é algo inovador e importante por que a gestão prefeito Panta que não valoriza o servidor público não valoriza os serviços da população de Santa Rita, por isso, que os servidores resolveram interagir com a comunidade de porta em porta, casa em casa que muitas das vezes os meios de comunicação deturpa a verdade dos fatos e nosso contato com o povo olho no olho levando a verdade como por exemplo, os salários atrasados da gestão anterior foram pagos com o recurso do FUNDEF, o salário de dezembro que foi bloqueado pelo MP para garantir ao servidor na ordem de R$ 4,5 milhões e outros recursos que são pertinentes ao servidores como os reajustes que não foram concedidos até hoje pelo prefeito Panta que são benefícios adquiridos em Lei, e que a adesão da população nos dar força e prestígio para continuar e reivindicar o que é de direito e que os servidores te compromisso com os serviços da população que estamos na escola João Félix que o murro caiu a dez meses o prefeito não investiu um real na escola e que ás 09 horas da manhã o alunado começar evacuar a escola por falta de merenda, tudo isso, por onde estamos passando as denúncias invadem o movimento e estamos vendo a revolta da população com a gestão Panta que continua igual a gestão passada”, declarou o professor.

Em relação ainda a escola Padre João Félix, o servidor disse ainda que “logo que o movimento chegou a frente da escola para concluir o movimento a população correu para denunciar os desmandos de que acontece no bairro com a falta de medicamentos, médico chega e vai embora não cumpre a carga horária, a falta de merenda que os alunos evade a escola e a falta de compromisso da gestão Panta e a secretária de educação a professora Edilene Santos que o murro da escola caiu a 10 meses e ninguém tomou uma providência expondo os estudantes a violência e a criminalidade essa é a cara da gestão tucana que se implantou no município para perseguir servidores, retirar direitos, congelar salários e ao completar uma de gestão não concedeu reajuste em lei, que tachou como uma vergonha para a cidade de Santa Rita do volume de recursos do FUNDEB em relação a outras cidades que firmaram o compromisso que o recursos não da prefeitura e sim do governo federal, disparou o professor.

Contudo, ainda, o professor reiterou o compromisso em defesa de todas as categorias para as próximas assembleias itinerantes nos bairros em especial aos servidores aposentados e pensionistas e com os servidores da prefeitura que estão prestes a se aposentar que o instituto de previdência do município está convocando os servidores para apresentar uma proposta de aposentadoria com redução de salário que não está previsto pelos órgãos fiscalizadores  de quem contribuiu com a previdência com um salário e a prefeitura de Santa Rita quer pagar outro com até 50% do valor amenos, “vamos está nas ruas até o último dia dessa gestão e impetrar do tipo de ações judiciais contra a gestão Panta que não gosta de pagar a ninguém”, concluiu o servidor Lissandro.

Lamartine do Vale